sexta-feira, 3 de abril de 2026

Retrospecto – Remo x Monte Roraima-RR

 
Remo 1 x 1 Monte Roraima-RR em 2026 – Foto: Wagner Santana / O Liberal.

O Monte Roraima Futebol Clube foi fundado em 22 de março de 2023, em Boa Vista (RR). Seu nome é uma homenagem ao ponto turístico de 2.810 metros de altura, localizado na tríplice fronteira Brasil, Venezuela e Guiana. Foi a primeira SAF – Sociedade Anônima do Futebol – do futebol roraimense.

Foi o sétimo clube roraimense a enfrentar o Remo na história. O único jogo entre Remo aconteceu em 29 de março de 2026, pela Copa Norte de 2026, empate de 1 a 1 no Baenão, em jogo marcado por intensa chuva que atrapalhou a prática esportiva.

ESTATÍSTICAS 

1 jogo.
1 empate.
1 gol pró.
1 gol contra.

JOGOS VÁLIDOS

29/03/2026.
REMO 1 X 1 MONTE RORAIMA-RR.
Copa Verde/Copa Norte 2026 – 1ª Fase.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Gols: Gabriel Taliari (24’/2T); Nalberth (33’/2T).

Retrospecto – Remo x Porto Velho-RO

 
Remo x Porto Velho-RO pela Copa Norte 2026 – Foto: Raul Martins / Clube do Remo.

O Gazin Porto Velho Futebol Clube foi fundado em 28 de setembro de 2014, em Porto Velho (RO), por militares da base aérea local. Seu primeiro nome foi 14 Bis, em homenagem ao histórico avião de Santos Dumont, mudando para Porto Velho em 2018 e, finalmente, adicionando o Gazin ao nome em , quando vendeu os naming rights para a empresa de móveis e eletrodomésticos paranaense.

O Porto Velho se mostrou uma verdadeira pedra no sapato do Clube do Remo, eliminando-o da Copa do Brasil de 2024 e vencendo-o na estreia da Copa Norte de 2026. Ambos os jogos foram disputados no estádio Aluizão (RO).

ESTATÍSTICAS 

2 jogos.
2 derrotas.
1 gol pró.
3 gols contra.

JOGOS VÁLIDOS

20/02/2024.
PORTO VELHO-RO 1 X 0 REMO.
Copa do Brasil 2024 – 1ª Fase (Jogo Único).
Estádio Aluizio Ferreira/Aluizão – Porto Velho (RO).
Gol: Fagner (8’/1T).

26/03/2026.
PORTO VELHO-RO 2 X 1 REMO.
Copa Verde/Copa Norte 2026 – 1ª Fase.
Estádio Aluizio Pinheiro Ferreira/Aluizão – Porto Velho (RO).
Gols: Tcharlles (25’/1T) e Luan Viana (43’/2T); Braian Cufré (12’/2T).

Retrospecto – Remo x Grêmio-RS

Lance de Remo x Grêmio-RS no Baenão em 1972 – Foto: A Província do Pará.

O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense foi fundado em 15 de setembro de 1903, em Porto Alegre (RS). A história conta que seu maior idealizador, o paulista Cândido Dias, assistiu ao jogo que o Sport Club Rio Grande realizava na capital gaúcha no dia 7 de setembro de 1903. Em dado momento, a bola murchou e Cândido doou a sua própria bola, recebendo agradecimentos e instruções do jogo em troca. Isso o inspirou a fundar o clube oito dias depois com outros 31 desportistas.

O Grêmio foi o último integrante do "G12" a enfrentar o Remo, sendo a primeira partida disputada em 22 de novembro de 1972, pelo Campeonato Brasileiro, com derrota azulina por 0 a 1, no Baenão. Novos encontros ocorreram no três nacionais seguintes (1973, 1974 e 1975), sempre com derrotas remistas e tendo como sede o antigo estádio Olímpico (RS).

Desde então, nunca mais se reencontraram até 2026, com o acesso do Remo à Série A, completando 51 anos de história no confronto. Isso fez com que o Tricolor se tornasse o "grande" com que o Leão ficou há mais tempo sem enfrentar e também o de pior retrospecto (quatro jogos, quatro derrotas, nenhum gol marcado e nove gols sofridos).

Entretanto, essas condições poderiam ter sido diferentes, já que o Filho da Glória e do Triunfo e o Imortal Tricolor iriam se enfrentar pela fase eliminatória da Divisão Classificatória (Série B) de 1992. Naquele momento, o Remo era o time de melhor campanha e tinha a vantagem de dois resultados iguais, porém, como ambos já haviam conquistado o seu acesso para a Série A de 1993, o time gaúcho resolveu abandonar a competição antes da realização do confronto.

Jornal O Liberal, 15/04/1992.

Jornal O Liberal, 20/04/1992.

ESTATÍSTICAS

4 jogos.
4 derrotas.
9 gols contra.

JOGOS VÁLIDOS

22/11/1972.
REMO 0 X 1 GRÊMIO-RS.
Campeonato Brasileiro Série A 1972.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Gols: Mazinho (17’/1T).

14/10/1973.
GRÊMIO-RS 3 X 0 REMO.
Campeonato Brasileiro Série A 1973.
Estádio Olímpico Monumental – Porto Alegre (RS).
Gols: Carlinhos (9’/1T e 28’/2T) e Mazinho (25’/1T).

06/04/1974.
GRÊMIO-RS 1 X 0 REMO.
Campeonato Brasileiro Série A 1974.
Estádio Olímpico Monumental – Porto Alegre (RS).
Gol: Torino (21’/1T).

08/10/1975
GRÊMIO-RS 4 X 0 REMO.
Campeonato Brasileiro Série A 1975.
Estádio Olímpico Monumental– Porto Alegre (RS).
Gols: Tarciso (5’/1T) e Neca (17’/2T, 34’/2T e 44’/2T).

CURIOSIDADE

Apesar de nunca ter vencido o Grêmio no profissional, o Remo já ganhou na categoria de base. Foi no dia 20/09/2023, no jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil Sub-20 de 2023. O Leão Azul fez 3 a 1 no Baenão, de virada, gols de Kanu, Felipinho e Viery (contra), com Nathan tendo marcado para os gaúchos. Infelizmente, o placar foi insuficiente para reverter a derrota de 5 a 0 no jogo de ida, culminando na eliminação azulina.

Remo x Grêmio pela Copa do Brasil Sub-20 2023 — Foto: Thiago Lobato / GE.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Retrospecto – Remo x Santos-SP

 
Alcino marcando o gol contra o Santos-SP, no empate de 1 a 1 em 05/11/1972 – Foto: A Província do Pará.

ESTATÍSTICAS 

9 jogos.
1 empate.
8 derrotas.
9 gols pró.
27 gols contra.

JOGOS VÁLIDOS

02/02/1947.
REMO 2 X 3 SANTOS-SP.
Amistoso.
Estádio Antônio Baena/Baenão.
Renda: Cr$ 80.000,00. 
Árbitro: Durval Valente (SP). 
Remo: Veliz; Isan e Expedito; Modesto, Jambo e Vicente (Cunha); Itaguary, Arquimedes (Geju), Palito, Dilermando e Boró. Técnico: Dimas Teles.
Santos: Osni; Artigas e Expedito; Nenê, Dacunto e Ayala; Zeferino, Leonaldo (Maracaí), Caxambu, Adolfrises (Canhoto) e Ruy. Técnico: Abel Picabéa.
Gols: Caxambu (34’/1T), Dilermando (2’/2T), Adolfrises (3’/2T), Geju (20’/2T) e Ruy (35’/2T).

29/04/1965.
REMO 4 X 9 SANTOS-SP.
Amistoso.
Estádio Evandro Almeida/Baenão. 
Renda: Cr$ 50.000.000,00.
Árbitro: Elneyson Sena Muniz.
Remo: Arlindo; Jorge Mendonça, Faustino (Casemiro) e Zeca (Amaral); Walter e Socó; Zé Ilídio (Adinamar), Zezé, Rangel, Santos (Zé Luiz) e Chaminha. Técnico: Sávio Ferreira.
Santos-SP: Cláudio; Carlos Alberto (Modesto), Mauro (Joel) e Geraldino; Lima e Haroldo; Peixinho, Mengálvio (Rossi), Coutinho (Toninho), Pelé (Noriva) e Pepe (Abel). Técnico: Lula.
Gols: Walter (10’/1T) e Zezé (24’/1T e 15’/2T) e Faustino (45’/1T); Pelé (6’/1T, 28’/1T, 38’/1T, 3’/2T e 10’/2T), Coutinho (26’/1T), Carlos Alberto (32’/1T), Toninho (25’/2T) e Peixinho (30’/2T).

05/11/1972.
REMO 1 X 1 SANTOS-SP.
Campeonato Brasileiro Série A/Campeonato Nacional Divisão Extra 1972.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 12.763 (pessoas).
Renda: Cr$ 105.000,00.
Árbitro: José Assis de Aragão (RJ).
Remo: Dico; Aranha, Mendes, Dutra e Cuca; Tito e Hertz (Silva); Copeu, Caíto, Wagner (Alcino) e Peri. Técnico: François Thym.
Santos-SP: Cláudio; Paulo, Orlando, Oberdan e Zé Carlos; Afonsinho (Léo), Clodoaldo e Nenê; Roberto Carlos, Alcindo (Adilson) e Edu. 
Gols: Alcino (13’/2T); Alcindo (17’/2T).

31/10/1973.
REMO 0 X 1 SANTOS-SP.
Campeonato Brasileiro Série A 1973.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Renda: Cr$ 128.200,00.
Árbitro: Luís Carlos Félix.
Assistentes: José Marcelino e Fernando Andrade.
Remo: Dico; Aranha (Augusto), Mendes, Rui e Cuca; Elias e Suingue (Tito); Lindóia, Caíto, Alcino e Rodrigues. Técnico: Paulo Amaral.
Santos-SP: Cejas; Hermes, Vicente, Roberto e Zé Carlos; Léo e Brecha (Nenê); Mazinho, Cláudio Adão, Eusébio e Edu. Técnico: Pepe.
Gols: Eusébio (5’/2T).
Cartões Amarelos: Caíto e Rui; Cejas.

13/10/1976.
REMO 1 X 2 SANTOS-SP.
Campeonato Brasileiro Série A 1976.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 14.426.
Renda: Cr$ 238.916,00.
Árbitro: Agomar Martins (RJ).
Assistentes: 
Remo: Dico, Marinho, Dutra, Rui, Cuca, Feitosa, Nena, Leônidas (Caíto), Mesquita, Zezinho (Humberto) e Amaral. Técnico: Joubert Meira.
Santos-SP: Wilson, Fernando, Neto (Aílton Silva), Bianchi, Almeida, Clodoaldo, Aílton Lira, Capitão (Totonho), Toinzinho, Tata e Edu. Técnico: Zé Dutra.
Gols: Feitosa (35’/1T); Dutra (contra – 30’/2T) e Toinzinho (34’/2T).
Cartões Amarelos: Mesquita e Leônidas; Clodoaldo, Tata e Bianchi.
Expulsão: Humberto.

30/10/1977.
REMO 0 X 2 SANTOS.
Campeonato Brasileiro Série A/Copa Brasil 1977.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 14.833.
Renda: Cr$ 324.603,00.
Árbitro: José Mário Viñas (GO).
Remo: Édson; Marinho, Dutra, Marajó e Darinta; Aderson e Mesquita (Vilfredo); Humberto, Leônidas, Bira e Mego (Lúcio Santarém). Técnico: Joubert Meira.
Santos-SP: Ernâni; Fernando, Marçal, Alfredo e Fausto; Carlos Roberto, Bianchini e Nilton Batata; Reinaldo (Juari), Ailton Lira e João Paulo. Técnico: Otto Glória.
Gols: Reinaldo (34’/1T) e Ailton Lira (35’/2T).

14/08/1994.
SANTOS-SP 1 X 0 REMO.
Campeonato Brasileiro Série A 1994.
Estádio Vila Belmiro – Santos (SP).
Público: 9.937 (pagantes).
Renda: R$ 60.957,00.
Árbitro: Léo Feldman (RJ).
Assistentes: Walter Serra/Bianca (RJ) e Gilberto Barbosa (RJ).
Santos-SP: Edinho; Índio, Júnior, Narciso e Silva; Galo, Dinho e Neto; Macedo, Demétrius e Paulinho Kobayashi (Cerezo). Técnico: Serginho Chulapa.
Remo: Clemer; Marcelo, Belterra, Flávio e Serginho; Clébertong, Mauro e Rogerinho; Helinho, Mazinho, Wander e Alencar (Júnior). Técnico: Valdemar Carabina.
Gol: Paulinho Kobayashi (15'/2T).
Cartões Amarelos: Edinho, Júnior, Silva, Dinho e Neto; Marcelo, Serginho e Helinho.
Expulsões: Demétrius; Marcelo.

25/09/1994.
REMO 1 X 4 SANTOS-SP.
Campeonato Brasileiro Série A 1994.
Estádio Edgar Proença/Mangueirão.
Público: 2.088 (pagantes).
Renda: R$ 19.439,00.
Árbitro: Wilson de Souza Mendonça (PE).
Assistentes: Marcelo Bispo Nunes (MA) e José Ribamar Belônio (MA).
Remo: Clemer; César, Belterra, Toninho Carlos e Júnior; César Carioca, Alencar e Cuca; Helinho, Chicão (Mazinho) e Rogerinho (Flávio). Técnico: Rúbens Gálaxe.
Santos-SP: Edinho; Índio, Júnior, Marcelo Fernandes e Silva; Dinho (Serginho), Galo e Ranielli (Giovanni); Macedo, Guga e Paulinho Kobayashi. Técnico: Serginho Chulapa.
Gols: Chicão (7’/1T); Macedo (27’/1T), Ranielli (7’/2T), Paulinho Kobayashi (15’/2T) e Guga (16’/2T).
Cartões Amarelos: Júnior, César Carioca e Cuca; Edinho, Índio, Júnior, Guga, Galo e Giovanni.
Expulsões: Belterra e César Carioca.

18/03/2010.
REMO 0 X 4 SANTOS-SP.
Copa do Brasil 2010.
Estádio Olímpico do Pará Jornalista Edgar Proença/Mangueirão.
Público: 19.121 (pagantes).
Renda: R$ 549.945,00.
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG).
Remo: Adriano; Índio, Pedro Paulo, Raul e Paulinho; Danilo Mendes, Fabrício Carvalho, Ramon (Otacílio) e Samir; Héliton (Gian) e Marciano. Técnico: Sinomar Naves.
Santos-SP: Felipe; Wesley, Edu Dracena, Durval e Pará; Rodrigo Mancha, Arouca, Marquinhos (Rodriguinho) e Paulo Henrique Ganso (Maikon Leite); Neymar e André (Jadson). Técnico: Dorival Júnior.
Gols: Neymar (21’/1T e 36’/2T) e André (47’/1T e 3’/2T).
Cartões Amarelos: Pedro Paulo, Raul e Gian; Marquinhos, Durval e Rodrigo Mancha.

quinta-feira, 26 de março de 2026

Retrospecto – Remo na Copa Norte (1997-2002)


Remo 2 x 0 4 de Julho-PI em 1997 – Foto: O Liberal.

Participações: 3 (1997, 2000 e 2002).
Melhor campanha: vice-campeão (1997).
Pior campanha: 4º lugar (2000)*.
*Mesma colocação de 2002, porém com aproveitamento pior.

Campanhas: 
Legenda: Ano | Colocação (Número de Participantes) | Pontos Ganhos | Jogos | Vitórias | Empates | Derrotas | Gols Pró | Gols Contra | Saldo de Gols | Aproveitamento

1997 | 2º (10) | 13 | 6 | 4 | 1 | 1 | 11 | 3 | +8 | 72,2%
2000 | 4º (8) | 10 | 8 | 2 | 4 | 2 | 10 | 9 | +1 | 41,7%
2002 | 4º (16) | 21 | 12 | 6 | 3 | 3 | 17 | 12 | +5 | 58,3%

Estatísticas Gerais:

26 jogos.
12 vitórias.
8 empates.
6 derrotas.
38 gols pró. 
24 gols contra.
+14 gols de saldo.

Primeiro jogo: Remo 2 x 0 4 de Julho-PI (25/03/1997).
Último jogo: Moto Club-MA 0 x 1 Remo (14/04/2002).

Primeiro gol: Edil – Remo 2 x 0 4 de Julho-PI (25/03/1997).
Último gol: Robinho – Moto Club-MA 0 x 1 Remo (14/04/2002).

Maior vitória: Tuna 1 x 4 Remo (30/03/1997).
Melhor ataque em um campeonato (média): 1,83 gol/jogo – 1997 (11 gols pró em 6 jogos).
Melhor defesa em um campeonato (média): 0,50 gol/jogo – 1997 (3 gols contra em 6 jogos).
Maior sequência de vitórias: 4 vitórias (1997).
Maior série invicta: 5 jogos (1997).

Quem mais jogou: Balão – 19 jogos (2000/2002).
Maiores artilheiros: Balão e Edil – 5 gols cada.
Maior artilheiro em um campeonato: Edil – 5 gols (1997).
Maiores artilheiros em um jogo: Edil – 2 gols em Remo 2 x 0 4 de Julho-PI (25/03/1997) / Marajó – 2 gols em Remo 3 x 3 São Raimundo-AM (22/01/2000) / Carlão – 2 gols em Remo 2 x 1 São José-AP (20/01/2002).
Técnico que mais treinou: Júlio Espinosa – 12 jogos (2002).

Jogadores:
Legenda: Número de Jogos – Jogador (T = Jogos como Titular / RU = Jogos como Reserva Utilizado) – Temporadas. 

19 – Balão (19 T) – 2000, 2002.
12 – Ney (10 T / 2 RU) – 1997, 2000, 2002.
11 – Charles Guerreiro (11 T) – 2002.
11 – Marcelo Valença (11 T) – 2002.
11 – Márcio (11 T) – 2000, 2002.
11 – Ricardo (11 T) – 1997, 2000.
10 – Carlão (10 T) – 2002.
10 – Carlos Wálber (9 T / 1 RU) – 2002.
10 – Marcos Gaúcho (7 T / 3 RU) – 2002.
10 – Valderi (10 RU) – 2002.
8 – Ariomar (8 T)  – 2002.
8 – Claudinei (8 T) – 2000.
8 – Leandro (8 T) – 2000.
8 – Marajó (7 T / 1 RU) – 2000.
8 – Cléber Paraense (7 T / 1 RU) – 2002.
8 – Isaac (8 T) – 2002.
8 – Juliano (8 T) – 2002.
8 – Odemilson (6 T / 2 RU) – 2002.
8 – Robinho (6 T / 2 RU) – 2002.
7 – Acácio (7 T) – 2000.
7 – Cametá (7 T) – 2000, 2002.
7 – Fábio (7 T) – 2000.
7 – Júnior (7 T) – 2000.
7 – Tarcísio (7 T) – 2002.
6 – Anderson (6 T) – 2000.
6 – Jaime (2 T / 4 RU) – 2000.
6 – Agnaldo (6 T) – 1997.
6 – Luís Carlos Apeú (5 T / 1 RU) – 1997.
6 – Edil (6 T) – 1997.
6 – Róbson (6 T) – 1997.
6 – Rogerinho (6 T) – 1997.
5 – Belterra (5 T) – 1997.
5 – Ednilson (3 T / 2 RU) – 1997.
5 – Flávio Goiano (4 T / 1 RU) – 1997.
5 – Júnior (5 T) – 1997.
5 – Cláudio Gavião (3 T / 2 RU) – 2000.
5 – Fredson (5 RU) – 2000.
4 – Ageu (3 T / 1 RU) – 1997.
4 – Rômulo (1 T / 3 RU) – 2002.
4 – Roni (4 T) – 1997, 2000.
4 – Stanley (4 RU) – 2002.
3 – Bandoch (3 T) – 2002.
3 – Chicão (3 RU) – 2002.
3 – Emerson Fitti (3 T) – 2002.
3 – Jean Marronzinho (1 T / 2 RU) – 2000.
3 – Juninho (2 T / 1 RU) – 1997.
3 – Marcos (3 RU) – 1997.
2 – Marcelo Papi (1 T / 1 RU) – 1997.
2 – Nenê (2 RU) – 1997.
2 – Zé Raimundo (2 RU) – 1997.
2 – Flávio (2 RU) – 2000.
2 – Zezinho (2 RU) – 2000.
2 – Edu Manga (2 T) – 2002.
2 – Joel (1 T / 1 RU) – 2002.
2 – Taé (1 T / 1 RU) – 2002.
1 – Alex (1 T) – 2000.
1 – Damião (1 T) – 1997.
1 – Emerson Bala (1 RU) – 2000.
1 – Itamar (1 RU) – 2000.
1 – Diego (1 T) – 2002.
1 – Henoch (1 RU) – 2002.
1 – Ivair (1 T) – 2002.
1 – Rodrigo (1 RU) – 2002.
1 – Ângelo (1 T) – 2002.

Artilheiros:
Legenda: Número de Jogos – Jogador. 

5 – Balão.
5 – Edil.
3 – Marcos Gaúcho.
3 – Robinho.
2 – Agnaldo.
2 – Luís Carlos Apeú.
2 – Cametá.
2 – Carlão.
2 – Cléber.
2 – Acácio.
2 – Júnior.
2 – Marajó.
1 – Ageu.
1 – Ednilson.
1 – Fábio.
1 – Carlos Wálber.
1 – Juliano.
1 – Valderi.

Técnicos:
Legenda: Número de Jogos – Técnico. 

12 – Júlio Espinosa.
8 – José Dutra.
6 – Fernando Oliveira.

Jogos Históricos – Remo 4 x 1 Bahia (2026)

Vitor Bueno comemorando o seu gol – Foto: Samara Miranda / Clube do Remo.

ZEROU O CRONÔMETRO!

Exatos 11.438 dias. Foi esse o tempo que o torcedor azulino esperou para poder soltar o grito da vitória na elite do futebol brasileiro que estava entalado há 32 anos – a última vitória havia sido contra os 2 a 0 contra o Náutico-PE em 27/11/1994, na última rodada do Campeonato Brasileiro daquele ano. O fim dessa angústia se deu exatamente na data de 23/03/2026, quando o Leão Azul goleou o Bahia por 4 a 1, no Mangueirão, pela oitava rodada da Série A.

Quem olha friamente para o placar dilatado pode pensar que a vitória foi fácil, mas quem não sabe do contexto, nem imagina a dificuldade imposta nesse confronto. O Remo ainda não havia ganhado no campeonato – três empates e quatro derrotas –, desempenho que fez a diretoria trocar o técnico no meio do percurso – Juan Carlos Osorio por Léo Condé, que comandava seu quarto jogo pelo Leão Azul. Em contrapartida, o Bahia, além disso um dos times com maior crescimento no país, injetado pelo dinheiro do Grupo City, estava no G4 do campeonato e era o único invicto da competição.

Inicialmente, esse cenário foi refletido dentro de campo, com os baianos dominando as ações, de tal forma que abriram o placar aos 32 minutos de jogo. Mesmo com o peso de ainda não ter vencido na competição, aos poucos o Remo se restabeleceu, passando a criar mais chances. Em uma delas, o goleiro titular do Bahia, Ronaldo, se lesionou, sendo substituído por João Paulo, que nem imaginava o que estava por vir. Após tanto tentar, finalmente o Remo chegou ao empate aos 53 minutos, último lance do primeiro tempo, com um forte chute rasteiro de Vitor Bueno de fora da área.

Gabriel Taliari ao fundo, o herói da partida – Foto: Samara Miranda / Clube do Remo.

No segundo tempo, o que se viu foi um show de Gabriel Taliari, recente contratação azulina que estreava diante do Fenômeno Azul. Seu cartão de visitas não poderia ser melhor. Logo aos quatro minutos, ele aproveitou o rebote do goleiro adversário e fez a virada azulina. Nove minutos depois, Taliari ampliou o placar após dobradinha com Vitor Bueno (os dois melhores da partida). O atacante azulino foi substituído por Jajá, que daria números finais ao triunfo azulino, aproveitando um passe de Alef Manga dentro da área tricolor. Enfim o Remo  vencia na elite do futebol brasileiro com uma goleada histórica.

Jajá fechou a conta – Foto: Samara Miranda / Clube do Remo.

FICHA DO JOGO

22/03/2026.
REMO 4 X 1 BAHIA.
Campeonato Brasileiro Série A 2026 – 1º Turno.
Estádio Olímpico do Pará Jornalista Edgar Proença/Mangueirão.
Público: 18.224 (pagantes) / 22.447 (presentes).
Renda: R$ 758.510,00.
Árbitro: Joao Vitor Gobi (SP).
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Raphael de Albuquerque Lima (SP).
VAR: Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (RN).
Remo: Marcelo Rangel; Marcelinho, Marllon, Kayky Almeida e Tchamba; Zé Ricardo (Leonel Picco), Patrick (Zé Welison) e Vitor Bueno (Jaderson); Yago Pikachu, Gabriel Taliari (Jajá) e Alef Manga (Gabriel Poveda). Técnico: Léo Condé.
Bahia: Ronaldo (João Paulo), Román Gómez, Gabriel Xavier (David Martins), Ramos Mingo, Luciano Juba, Erick, Caio Alexandre (Michel Araújo), Jean Lucas (Rodrigo Nestor), Cristian Olivera (Ademir), Erick Pulga e Everaldo. Técnico: Rogério Ceni.
Gols: Vitor Bueno (53'/1T), Gabriel Taliari (4'/2T e 13'/2T) e Jajá (38'/2T); Everaldo (32’/1T).
Cartões Amarelos: Marllon e Zé Ricardo, Marllon e Marcelo Rangel; Rodrigo Nestor.

quarta-feira, 25 de março de 2026

Jogos Históricos – Remo 5 x 2 Bahia (1936)

 
Folha do Norte, 27/01/1936.

O PRIMEIRO JOGO ENTRE REMO E BAHIA NA HISTÓRIA

No início de 1936, o Bahia – ainda grafado como Sport Club – estava em excursão por Belém do Pará. Logo o ainda jovem quadro baiano começava a mostrar o seu valor. Nos seus dois primeiros compromissos em terras guajarinas, empatou com a Tuna em 2 a 2 e venceu o Paysandu por 3 a 1.

Porém, faltava aos baianos enfrentar o mais forte e tradicional representante paraense. No dia 26/01/1936, foi a vez do principal embate interestadual contra o Clube do Remo. E o Leão Azul fez valer o seu cartaz, aplicando uma impiedosa goleada de 5 a 2, gols de Sabóia, Gusmão (2) e Evandro do Carmo (2).

Antes de partir, o Bahia ainda empataria com a Seleção Paraense em 3 a 3 e na revanche solicitada pelo Paysandu em 1 a 1. Dessa forma, a única derrota sofrida pelo Tricolor havia sido mesmo aquela contra o Remo.

Destaca-se ainda a grande presença de público no estádio do Souza, conforme relato da "Folha do Norte", de 27/01/1936, mostrando que o Clube do Remo já era o clube de maior torcida da cidade:

"UMA GRANDE ENCHENTE – O Remo é, innegavelmente, o grêmio de mais sympathias na cidade. E viu-se como prova a assistência avultada que repleto hontem o estádio cruzmaltino. Apesar da tarde chuvosa, tanto as archibancandas como as geraes estavam apinhados. O paraense gosta de futebol. E mesmo padecendo os atropelos que lhe causa a viagem ao campo da Tuna, não perde um jogo".

Os times de Remo e Bahia juntos – Foto: Folha do Norte, 27/01/1936.

FICHA DO JOGO

26/01/1936. 
REMO 5 X 2 BAHIA. 
Amistoso. 
Estádio da Tuna/Souza. 
Árbitro: Martiniano Cruz. 
Remo: Ribas; Evandro Almeida e Barradas; Trindade, Samico e Marajó; Gusmão, Capi, Sabóia, Evandro do Carmo e Ciro.  
Bahia: Maia; Aprígio e Laert; Nouca, Guga e Gia; Ito, Armando, Romeu, Tintas e Jorge.
Gols: Sabóia, Gusmão (2) e Evandro do Carmo (2); Romeu e Ito.