quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Retrospecto – Remo x Mirassol-SP

 
Remo 3 x 1 Mirassol-SP pela Série C 2022 – Foto: Igor Mota / O Liberal.


ESTATÍSTICAS 

1 jogo.
1 vitória.
3 gols pró.
1 gol contra.

JOGOS VÁLIDOS

15/05/2022.
REMO 3 X 1 MIRASSOL-SP.
Campeonato Brasileiro Série C 2022 – 1ª Fase.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 5.360 (pagantes) / 6.333 (presentes).
Renda: R$ 82.560,00.
Árbitro: Rodrigo Batista Raposo (DF).
Remo: Vinícius; Netto Norchang (Kevem), Daniel Felipe, Marlon e Leonan; Anderson Uchôa, Marciel (Paulinho Curuá) e Erick Flores; Fernandinho (Bruno Alves), Rodrigo Pimpão (Ronald) e Brenner (Vanilson). Técnico: Paulo Bonamigo.
Gols: Leonan (46’/1T), Daniel Felipe (19’/2T) e Vanilson (49’/2T).

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Retrospecto – Remo x Vitória-BA

 
Remo 2 x 1 Vitória-BA pela Série C de 2022. Foto: Cláudio Pinheiro / O Liberal.


ESTATÍSTICAS 

24 jogos.
7 vitórias.
9 empates.
8 derrotas.
24 gols pró.
26 gols contra.
-2 saldo de gols 

JOGOS VÁLIDOS 

18/04/1954.
VITÓRIA-BA 0 X 0 REMO.
Torneio Interestadual Bernardo Martins Catarino (BA).
Estádio da Fonte Nova – Salvador (BA).
Árbitro: José Peixoto Nova. 
Remo: Veliz, China e Smith II; Sessenta, Jambo e Raimundinho; Marido (Dudinha), Hermínio (Maguari), Quiba, Jaime e Santo Antônio. 

25/04/1954.
VITÓRIA-BA 5 X 1 REMO. 
Amistoso.
Estádio da Fonte Nova – Salvador (BA).
Árbitro: José Peixoto Nova.
Remo: Veliz (Janguinho); China e Smith II; Sessenta, Jambo e Raimundinho; Marido, Hermínio (Dudinha), Quiba (Valter), Jaime e Santo Antônio. Técnico: Nagib Matni.
Gol: Valter. 

16/05/1954.
REMO 1 X 4 VITÓRIA-BA.
Torneio Quadrangular Interestadual de Belém (PA)/Dionísio Bentes.
Estádio do Remo/Baenão.
Árbitro: Wilker Costa.
Remo: Janguinho; Smith II e China; Sessenta (Válter), Jambo e Raimundinho; Marido, Hermínio (Meia Noite), Dudinha (Quiba), Jaime e Santo Antônio. Técnico: 
Gols: Jambo.
Obs.: O Remo foi campeão do Torneio.

18/08/1957.
REMO 0 X 0 VITÓRIA-BA. 
Amistoso.
Estádio da Tuna/Souza.  
Renda: Cr$ 115.200,00.
Árbitro: Otávio José dos Campos.
Remo: Piedade; Ribeiro e China; Olinto, Socó e Baiano; Dudinha (Ciro), Quiba, Laranjeira, Guilherme e Santo Antônio. Técnico: Veliz.

10/07/1965.
REMO 3 X 3 VITÓRIA-BA.
Amistoso.
Estádio do Remo/Baenão.
Renda: Cr$ 2.094.000.
Árbitro: Elneyson de Sena Muniz.
Remo: Arlindo; Mendonça, Faustino, Casemiro e Ribeiro; Zé Luiz e Valmir; Zé Iídio (Coutinho), Rangel, Zequinha (Zezé) e Neves. Técnico: 
Gols: Neves (9’/2T e 45’/2T) e Valmir (30’/2T).

09/09/1972.
VITÓRIA-BA 0 X 0 REMO.
Campeonato Brasileiro Série A 1972.
Estádio Octávio Mangabeira/Fonte Nova – Salvador (BA).
Árbitro: Armindo Tavares (PE).
Remo: Dico; Aranha, Pedro Pradera, Dutra e Lúcio; Tito, Caíto e Hertz; Dionísio, Fernando (Cabecinha) e Peri. Técnico: João Avelino.

27/10/1973.
VITÓRIA-BA 1 X 0 REMO.
Campeonato Brasileiro Série A 1973.
Estádio Octávio Mangabeira/Fonte Nova – Salvador (BA).
Árbitro: Carlos Floriano Vidal.
Remo: Dico; Aranha, Mendes, Rui e Cuca; Elias e Suingue (Tito); Lindóia (Freitas), Caíto, Alcino e Sérgio Pinheiro. Técnico: Paulo Amaral.

25/05/1974.
REMO 3 X 1 VITÓRIA-BA.
Campeonato Brasileiro Série A 1974.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Árbitro: José Leandro Serpa.
Remo: Deca; Rosemiro, China, Oscar e Lúcio; Russo e Elias; Caíto, Rodrigues, Alcino e Luizinho (Almeida). Técnico: François Thym.
Gols: Alcino (29’/1T e 45’/2T) e Almeida (35’/2T).

21/10/1979.
REMO 1 X 1 VITÓRIA-BA.
Campeonato Brasileiro Série A 1979.
Estádio Alacid Nunes/Mangueirão.
Público: 10.884.
Renda: Cr$ 328.920,00. 
Árbitro: Virgílio Pereira (RN).
Remo: Dico; Marinho, Dutra, China e Haroldo; Jorge Silva, Mesquita e Luís Augusto; Jaci (Carioca), Jasson e Demir. Técnico: Paulo Amaral.
Gols: Jasson (7’/1T).

18/04/1991.
REMO 2 X 0 VITÓRIA-BA.
Copa do Brasil 1991.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 11.219 (pagantes).
Renda Cr$ 11.219.000,00.
Árbitro: Lineu Antônio Lisboa.
Remo: Wagner; Paulo Verdan, Chico Monte Alegre, Belterra e Ney; Emiliano, Jecimar (Varela) e Edmilson (Roberto); Tiago, Edil e Paulo Sérgio. Técnico: Paulinho de Almeida.
Gols: Edil (12’/2T) e Tiago (19’/2T).

25/04/1991.
VITÓRIA-BA 0 X 0 REMO.
Copa do Brasil 1991.
Estádio Octávio Mangabeira/Fonte Nova – Salvador (PA).
Árbitro: José Aparecido de Oliveira (SP).
Assistentes: Clóvis Alfieri (SP) e Ubaldo Biangoni (SP).
Remo: Wagner; Paulo Verdan, Chico Monte Alegre, Belterra e Ney; Emiliano, Varela e Edmilson (Roberto); Tiago, Edil e Paulo Sérgio (Luís Carlos). Técnico: Paulinho de Almeida. 

08/03/1992.
REMO 3 X 1 VITÓRIA-BA.
Campeonato Brasileiro Série B 1992.
Estádio Estadual Alacid Nunes/Mangueirão.
Público: 25.337 (pagantes).
Árbitro: Lineu Antônio Lisboa Santos (PI).
Remo: Wagner; Marcelo, Belterra, Silvano e Luiz Carlos; Agnaldo, Papelin e Artur (Gilmar); Formiga, Dicão e Lamartine (Alencar). Técnico: Valdemar Carabina.
Gols: Artur (24'/1T), Lamartine (6’/2T) e Formiga (12’/2T).

29/03/1992.
VITÓRIA-BA 1 X 0 REMO.
Campeonato Brasileiro Série B 1992.
Estádio Manoel Barradas/Barradão – Salvador (BA).
Árbitro: Antônio Pereira da Silva (GO).
Remo: Paulo Victor; Marcelo, Belterra, Silvano e Luiz Carlos; Agnaldo, Lamartine (Alencar), Artur e Edmílson (Gilmar); Formiga e Luciano Viana. Técnico: Valdemar Carabina.

07/06/1992.
VITÓRIA-BA 1 X 0 REMO.
Campeonato Brasileiro Série B 1992.
Estádio Octávio Mangabeira/Fonte Nova – Salvador (BA).
Árbitro: José Clizaldo França (PB).
Remo: Paulo Victor; Marcelo, Belterra, Silvano e Paulo César; Agnaldo, Artur (Rildon), Leomir (Gilmar) e Luciano Viana; Formiga e Alencar. Técnico: Valdemar Carabina.

18/06/1992.
REMO 0 X 0 VITÓRIA-BA.
Campeonato Brasileiro Série B 1992.
Estádio Estadual Alacid Nunes/Mangueirão.
Público: 1.558.
Renda: Cr$ 6.948.000,00.
Árbitro: Jackson Pereira da Silveira (MA).
Remo: Paulo Victor; Marcelo, Luciano Neto, Silvano e Paulo César; Agnaldo, Gilmar, Leomir e Lamartine; Artur (Alencar) e Formiga. Técnico: François Thym.

18/09/1993.
VITÓRIA-BA 2 X 1 REMO.
Campeonato Brasileiro Série A 1993.
Estádio Octávio Mangabeira/Fonte Nova – Salvador (BA).
Árbitro: Wilson Souza Mendonça (PE).
Remo: Luís Carlos; Marcelo, Belterra, Mário César e Júnior; Agnaldo, Biro-Biro e Édson Boaro (Alex); Dema, Ageu (Leco) e Tarcísio. Técnico: Roberto Brida.
Gol: Biro-Biro (35’/2T).

17/10/1993. 
REMO 2 X 0 VITÓRIA-BA.
Campeonato Brasileiro Série A 1993.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 11.078.
Renda: CR$ 4.431.200,00.
Árbitro: Genival Batista L. Junior (PB).
Remo: Luís Carlos; Marcelo, Belterra, Mário César e Guilherme; Agnaldo, Biro-Biro e Édson Boaro (Ageu); Mauricinho (Alex), Giovanni e Tarcísio. Técnico: João Francisco.
Gols: Mário César (11’/2T) e Giovanni (21’/2T).

12/10/1994.
VITÓRIA-BA 0 X 1 REMO.
Campeonato Brasileiro Série A 1994.
Estádio Manoel Barradas/Barradão – Salvador (BA).
Árbitro: Luiz Eduardo Souza (SE).
Remo: Clemer; Marcelo, Belterra, Toninho Carlos e Serginho; César, Luís Carlos Goiano, Mazinho e Rogerinho; Helinho (Macula) e Chicão. Técnico: Joel Martins.
Gol: Chicão (35’/2T).

20/11/1994.
REMO 0 X 1 VITÓRIA-BA.
Campeonato Brasileiro Série A 1994.
Estádio Edgar Proença/Mangueirão.
Público: 3.063 (pagantes).
Renda: R$ 14.615,00.
Árbitro: Antônio Vidal da Silva (GO).
Remo: Clemer; Marcelo (Mauro), Walter, Toninho Carlos e Serginho; Luís Carlos Goiano, Rogerinho, Mazinho e Cuca; Helinho e Júnior (Alencar). Técnico: Fernando Oliveira.

11/08/2007.
REMO 1 X 2 VITÓRIA-BA.
Campeonato Brasileiro Série B 2007.
Estádio Olímpico do Pará Jornalista Edgar Proença/Mangueirão.
Público: 13.025 (pagantes).
Renda: R$ 132.420,00.
Árbitro: Luiz Gonzaga de Souza (MA).
Remo: Adriano, Lucas, Gil, Magrão e Julinho (Elvis); Jóbson (Neto), Sandro Silva e Romeu (Wanderson Cafu); Zé Soares, Fábio Oliveira e Landu. Técnico: Ademir Fonseca.
Gol: Fábio Oliveira (15’/2T).

17/11/2007.
VITÓRIA-BA 1 X 1 REMO.
Campeonato Brasileiro Série B 2007.
Estádio Manoel Barradas/Barradão – Salvador (BA).
Árbitro: Emerson Batista da Silva (PB).
Remo: Danrlei; Gil, Diego Barros e Anelka; Cicinho (Diego Maciel), Maurício Oliveira, Ricardo Oliveira, Romeu (Danilo), Andrezinho (Fabinho) e Wellington Saci; Adriano Miranda. Técnico: Bagé.
Gol: Cicinho (34’/1T).

16/06/2021.
REMO 0 X 0 VITÓRIA-BA.
Campeonato Brasileiro Série B 2021.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Árbitro: Felipe da Silva Gonçalves Paludo (RJ).
Remo: Vinícius; Thiago Ennes, Romércio, Rafael Jansen (Kevem) e Igor Fernandes; Anderson Uchôa (Vinicius Kiss), Lucas Siqueira e Rafinha (Felipe Gedoz); Jefferson, Renan Gorne (Edson Cariús) e Dioguinho (Gabriel Lima). Técnico: Paulo Bonamigo. 

10/09/2021.
VITÓRIA-BA 1 X 2 REMO.
Campeonato Brasileiro Série B 2021.
Estádio Manoel Barradas/Barradão – Salvador (BA).
Árbitro: Felipe Fernandes de Lima (MG).
Remo: Vinícius; Thiago Ennes (Pingo), Rafael Jansen, Marlon e Raimar; Anderson Uchôa (Marcos Júnior), Lucas Siqueira (Lucas Tocantins) e Arthur; Felipe Gedoz, Matheus Oliveira (Jefferson) e Rafinha (Wellington Silva). Técnico: Felipe Conceição.
Gols: Marcos Júnior (16’/2T) e Lucas Tocantins (44’/2T).

09/04/2022.
REMO 2 X 1 VITÓRIA-BA.
Campeonato Brasileiro Série C 2022.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 6.258 (pagantes) / 7.176 (presentes).
Renda: R$ 126.380,00.
Árbitro: Yuri Elino Ferreira da Cruz (RJ).
Remo: Vinícius; Ricardo Luz (Rony), Daniel Felipe, Marlon e Leonan (Renan Castro); Anderson Uchôa, Paulinho Curuá e Marciel (Felipe Gedoz); Bruno Alves (Netto Norchang), Rodrigo Pimpão (Fernandinho) e Brenner. Técnico: Paulo Bonamigo.
Gols: Leonan (10’/1T) e Brenner (42’/2T).

Retrospecto – Remo na Série A

O Clube do Remo que disputou o Campeonato Brasileiro Série A de 1994.
Em pé: Waldemar Carabina (técnico), Marcelo, Belterra, César, Flávio, Clemer e Mauro.
Agachados:  Helinho, Almir, Mazinho, Rogerinho e Júnior.
Foto: Placar.

Participações: 17* | 1961, 1965, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1977, 1978, 1979, 1980, 1985, 1986, 1993, 1994, 2000 e 2026.
*Contabilizadas as participações na Taça Brasil (1961 e 1965) e no Módulo Azul da Copa João Havelange (2000).

Jogos: 259 .
Vitórias: 82.
Empates: 70.
Derrotas: 107.
Gols pró: 291.
Gols contra: 326.

Campanhas:

Legenda: Ano | Colocação (Número de Participantes) | Jogos | Vitórias | Empates | Derrotas | Gols Pró | Gols Contra | Saldo de Gols.

1961 | 8º (18) | 5 | 2 | 1 | 2 | 9 | 7 | +2
1965 | 9º (22) | 8 | 4 | 1 | 3 | 16 | 12 | +4
1972 | 17º (25) | 25 | 5 | 15 | 5 | 21 | 20 | +1
1973 | 22º (40) | 28 | 11 | 5 | 12 | 25 | 28 | -3
1974 | 28º (40) | 19 | 5 | 6 | 8 | 22 | 27 | -5
1975 | 18º (42) | 20 | 7 | 8 | 5 | 22 | 23 | -1 
1976 | 32º (54) | 13 | 3 | 4 | 6 | 15 | 17 | -2
1977 | 14º (62) | 18 | 8 | 4 | 6 | 26 | 18 | +8
1978 | 35º (74) | 19 | 9 | 3 | 7 | 27 | 20 | +7
1979 | 78º (94) | 9 | 2 | 2 | 5 | 10 | 15 | -5
1980 | 18º (44) | 15 | 6 | 3 | 6 | 14 | 14 | 0
1985 | 39º (44) | 22 | 5 | 4 | 13 | 19 | 38 | -19
1986 | 42º (48) | 10 | 0 | 6 | 4 | 9 | 15 | -6
1993 | 7º (32) | 22 | 9 | 3 | 10 | 37 | 35 | +2
1994 | 23º (24) | 24 | 6 | 5 | 13 | 18 | 34 | -16
2000 | 16º (29) | 2 | 0 | 0 | 2 | 1 | 3 | -2
2026 | 

Primeiro jogo: Remo 4 x 0 Moto Club-MA – 16/07/1961 – Estádio do Souza, Belém (PA).
Último jogo: Sport-PE 1 x 0 Remo – 26/11/2000 – Estádio Ilha do Retiro, Recife (PE).

Primeiro gol: Walter | Remo 4 x 0 Moto Club-MA – 16/07/1961.
Último gol: Robinho | Remo 1 x 2 Sport-PE – 22/11/2000.

Maior vitória: Remo 6 x 0 Fortaleza-CE  – 20/09/1993 – Estádio Baenão, Belém (PA).

Melhor ataque em um campeonato (média): 1,80 gol/jogo | 1961 – 9 gols pró em 5 jogos.
Melhor defesa em um campeonato (média): 0,80 gol/jogo | 1972 – 20 gols contra em 25 jogos.
Maior sequência de vitórias: 3 vitórias | 9 vezes – 1965, 1973-I, 1973-II, 1974, 1977-I, 1977-II, 1978, 1980 e 1993.
Maior série invicta: 9 jogos | 1973-1974.

Quem mais jogou: Dico | 120 jogos.
Maior artilheiro: Alcino | 33 gols.
Maior artilheiro em um campeonato: Bira | 15 gols – 1978.
Maior artilheiro em um jogo: Bira | 5 gols – Remo 5 x 1 Guarani-SP – 28/05/1978 – Estádio Mangueirão, Belém (PA).
Técnico que mais treinou: Paulo Amaral | 40 jogos.

Média de público geral: 13.072 pagantes/jogo | 1.882.496 pagantes em 144 jogos.
Melhor média de público: 23.230 pagantes/jogo | 1980.
Maior público: 44.496 pagantes | Remo 1 x 3 Botafogo-RJ – 24/02/1980 – Estádio Mangueirão, Belém (PA).

Jogadores:

Legenda: Nº de Jogos – Nome do Jogador (Nº de Jogos como Titular / Nº de Jogos como Reserva Utilizado) – Temporadas.

120 – Dico (120 T) – 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1977, 1978, 1979 e 1980.
109 – Mesquita (105 T / 4 RU) – 1973, 1974, 1975, 1976, 1977, 1978, 1979, 1980, 1985 e 1986.
101 – Cuca (100 T / 1 RU) – 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1977, 1979 e 1980.
101 – Dutra (101 T) – 1972, 1975, 1976, 1977, 1978, 1979 e 1980.
82 – Marinho (80 T / 2 RU) – 1974, 1975, 1976, 1977, 1978 e 1979.
79 – Alcino (69 T / 10 RU) – 1972, 1973, 1974 e 1975.
74 – Caíto (60 T / 14 RU) – 1972, 1973, 1974, 1975 e 1976.
66 – Elias (63 T / 3 RU) – 1973, 1974, 1975 e 1976.
56 – Roberto (49 T / 7 RU) – 1972, 1973, 1974 e 1975.
55 – Amaral (41 T / 14 RU) – 1973, 1974, 1975 e 1976.
54 – Rui Azevedo (52 T / 2 RU) – 1973, 1974, 1975 e 1976.
52 – Aderson (44 T / 8 RU) – 1974, 1975, 1976, 1977, 1978 e 1979.
51 – Mendes (51 T) – 1972 e 1973.
49 – Bira (44 T / 5 RU) – 1977, 1978 e 1985.
49 – Leônidas (48 T / 1 RU) – 1976, 1977 e 1978.
46 – Nena (38 T / 8 RU) – 1973, 1974, 1975 e 1976.
45 – Darinta (44 T / 1 RU) – 1977, 1978 e 1980.
42 – Aranha (42 T) – 1972 e 1973.
42 – China (35 T / 7 RU) – 1974, 1975, 1976, 1978, 1979 e 1980.
42 – Tito (34 T / 8 RU) – 1972 e 1973.
37 – Mareco (30 T / 7 RU) – 1977, 1978, 1979 e 1980.
36 – Rodrigues (32 T / 4 RU) – 1973, 1974, 1975 e 1976.
35 – Belterra (35 T) – 1993 e 1994.
33 – Marcelo (31 T / 2 RU) – 1993 e 1994.
31 – Dadinho (31 T) – 1985 e 1986.
31 – Humberto (8 T / 23 RU) – 1976, 1977 e 1978.
31 – Luís Florêncio (31 T) – 1977 e 1978.
30 – Mego (24 T / 6 RU) – 1976, 1977, 1978, 1979 e 1980.
27 – Édson Cimento (27 T) – 1977 e 1978.
27 – Paulinho (25 T / 2 RU) – 1985 e 1986.
26 – Bebeto (21 T / 5 RU) – 1978 e 1980.
25 – Júlio César (25 T) – 1977 e 1978.
24 – Clemer (24 T) – 1994.
24 – Hertz (23 T / 1 RU) – 1972.
23 – Alexandre (16 T / 7 RU) – 1977 e 1978.
23 – Helinho (20 T / 3 RU) – 1994.
23 – Júnior (19 T / 4 RU) – 1993 e 1994.
23 – Mazinho (21 T / 2 RU) – 1994.
22 – Peri (19 T / 3 RU) – 1972.
21 – Agnaldo (21 T) – 1993.
21 – Alex (8 T / 13 RU) – 1993.
21 – Rogerinho (21 T) – 1994.
20 – Ageu (14 T / 6 RU) – 1993.
20 – Jaci (17 T / 3 RU) – 1979 e 1980.
20 – Luís Carlos (20 T) – 1993.
20 – Lúcio Oliveira (19 T / 1 RU) – 1972, 1974 e 1976.
20 – Paulinho (18 T / 2 RU) – 1979.
20 – Pedrinho (19 T / 1 RU) – 1985.
20 – Serginho (19 T / 1 RU) – 1994.
20 – Tarcísio (20 T) – 1993.
20 – Zezinho Capixaba (14 T / 6 RU) – 1976 e 1977.
19 – Biro-Biro (19 T) – 1993.
19 – Édson Boaro (18 T / 1 RU) – 1993.
19 – Fernandinho (15 T / 4 RU) – 1985 e 1986.
19 – Luizinho (14 T / 5 RU) – 1974, 1975.
19 – Mário César (19 T) – 1993.
19 – Neves (15 T / 4 RU) – 1965, 1972, 1973 e 1974.
19 – Silva (8 T / 11 RU) – 1972.
18 – Luís Augusto (16 T / 2 RU) – 1979 e 1980.
18 – Russo (18 T) – 1974.
17 – César (15 T / 2 RU) – 1994.
16 – Léo (16 T) – 1985.
16 – Giovanni (14 T / 2 RU) – 1993.
16 – Rosemiro (16 T) – 1974 e 1975.
15 – Chicão (15 T) – 1985.
15 – Mauricinho (12 T / 3 RU) – 1993.
15 – Toninho Silva (15 T) – 1985 e 1986.
14 – Adriano (14 T) – 1980.
14 – Clébertong (13 T / 1 RU) – 1994.
14 – Mano (11 T / 3 RU) – 1985.
14 – Nazareno (13 T / 1 RU) – 1985.
14 – Tuca (13 T) – 1980.
13 – Alencar (10 T / 3 RU) – 1994.
13 – Copeu (13 T) – 1972.
13 – Cuca (12 T / 1 RU) – 1994.
13 – Dema (9 T / 4 RU) – 1993.
13 – Suingue (13 T) – 1973.
13 – Zé Lima (12 T / 1 RU) – 1975.
12 – Amauri (9 T / 3 RU) – 1985.
12 – Chicão (10 T / 2 RU) – 1994.
12 – Dionísio (7 T / 5 RU) – 1972.
12 – Feitosa (12 T) – 1976.
12 – Flávio (11 T / 1 RU) – 1994.
12 – Jorge Silva (11 T / 1 RU) – 1979 e 1980.
12 – Luís Carlos Goiano (12 T) – 1994.
12 – Socó (12 T) – 1961, 1965.
12 – Toninho Carlos (12 T) – 1994.
11 – Alexandre (8 T / 3 RU) – 1985.
11 – Guilherme (11 T) – 1993.
11 – Jurandir (11 T) – 1985.
11 – Lindóia (6 T / 5 RU) – 1973.
11 – Queirós (11 T) – 1974.
11 – Mauro (6 T / 5 RU) – 1994.
11 – Sérgio Pinheiro (3 T / 8 RU) – 1973.
11 – Walter (9 T / 2 RU) – 1994.
10 – Assis (5 T / 5 RU) – 1977 e 1978.
10 – Bracalli (9 T / 1 RU) – 1985.
10 – Juranir (10 T) – 1986.
10 – Macedo (8 T / 2 RU) – 1985.
10 – Oscar (9 T / 1 RU) – 1974.
9 – Almir (9 RU) – 1994.
9 – Barga (5 T / 4 RU) – 1980.
9 – Camargo (9 T) – 1986.
9 – Careca (9 T) – 1986.
9 – Marajó (7 T / 2 RU) – 1977, 1978 e 1979.
9 – Marcelino (4 T / 5 RU) – 1980.
9 – Nelinho (3 T / 6 RU) – 1972.
9 – Nildo (6 T / 3 RU) – 1985.
9 – Pagani (9 T) – 1986.
8 – Assis (8 T) – 1965.
8 – Augusto (7 T / 1 RU) – 1973.
8 – Carlinhos Procópio  (8 T) – 1985.
8 – Edílson (8 T) – 1965.
8 – Rangel (8 T) – 1965.
8 – Soeiro (4 T / 4 RU) – 1973 e 1974.
8 – Zequinha (8 T) – 1965.
8 – Zezinho (8 T) – 1986.
7 – César Carioca (6 T / 1 RU) – 1994.
7 – Deca (7 T) – 1974.
7 – Jair (6 T / 1 RU) – 1986.
7 – Tadeu (7 T) – 1985.
6 – Almeida (2 T / 4 RU) – 1974.
6 – Cabecinha (3 T / 3 RU) – 1972.
6 – François (4 T / 2 RU) – 1965.
6 – Gelson (5 T / 1 RU) – 1974.
6 – Jorge Mendonça (6 T) – 1965.
6 – Juninho (5 T / 1 RU) – 1993.
6 – Luís Augusto (6 T) – 1986.
6 – Macula (2 T / 4 RU) – 1994.
6 – Prado (3 T / 3 RU) – 1975 e 1977.
6 – Roque (6 T) – 1985.
6 – Wagner (5 T / 1 RU) – 1972.
6 – Wander (4 T / 2 RU) – 1994.
6 – Zé Mário (6 T) – 1986.
5 – Abel (5 T) – 1961.
5 – Piedade (5 T) – 1961.
5 – Ribeiro (5 T) – 1961.
5 – Walter (4 T / 1 RU) – 1961.
5 – Batalha (1 T / 4 RU) – 1986.
5 – Demir (4 T / 1 RU) – 1979.
5 – Estanislau (5 T) – 1961.
5 – Flávio (4 T / 1 RU) – 1974.
5 – Isaías (5 T) – 1961.
5 – Ito (2 T / 3 RU) – 1985.
5 – Jorge de Castro (5 T) – 1961.
5 – Luís Fernando (4 T / 1 RU) – 1972.
5 – Paulo de Tarso (2 T / 3 RU) – 1985 e 1986.
5 – Pedro Buna (5 T) – 1961.
5 – Rui Curuçá (4 T / 1 RU) – 1985.
5 – Waldocir (5 T) – 1965.
5 – Wilfredo (4 T / 1 RU) – 1977.
4 – Câmara (3 T / 1 RU) – 1961.
4 – Chaminha (4 T) – 1961, 1965.
4 – Édson Ferreira (2 T / 2 RU) – 1993.
4 – Fernando (1 T / 3 RU) – 1972.
4 – Fidélis (2 T / 2 RU) – 1977 e 1980.
4 – Jason (3 T / 1 RU) – 1979 e 1980.
4 – Ivanir (3 T / 1 RU) – 1975.
4 – Leco (4 RU) – 1993.
4 – Luís Oliveira (4 T) – 1986.
4 – Paulo Lino (4 T) – 1986.
4 – Vasconcelos (2 T / 2 RU) – 1985.
4 – Tanger (3 T / 1 RU) – 1980.
4 – Zé Ilídio (4 T) – 1965.
3 – Arlindo (3 T) – 1965.
3 – Carlos Alberto (2 T / 1 RU) – 1961.
3 – Chiquinho (2 T / 1 RU) – 1994.
3 – Durvalino (3 RU) – 1976.
3 – Edgar (3 T) – 1973.
3 – Luís Cláudio (3 T) – 1973.
3 – Sílvio (1 T / 2 RU) – 1980.
2 – Alexandre (2 T) – 2000.
2 – Ariomar (2 T) – 2000.
2 – Balão (2 T) – 2000.
2 – Cametá (2 T) – 2000.
2 – Canhoto (1 T / 1 RU) – 1985 e 1986.
2 – Cléber (2 RU) – 1985.
2 – Clóvis (2 T) – 1974.
2 – Daniel Edgar (2 T) – 2000.
2 – Faustino (2 T) – 1965.
2 – Flávio (2 T) – 1993.
2 – Freitas (1 T / 1 RU) – 1973.
2 – Garcia (2 RU) – 1965.
2 – Garcia (2 RU) – 1985.
2 – Guilherme (1 T / 1 RU) – 1980.
2 – Haroldo (1 T / 1 RU) – 1979.
2 – Iane (2 T) – 1979.
2 – Ivair (2 T) – 2000.
2 – Jaime (2 T) – 2000.
2 – Luís Fernando (2 T) – 2000.
2 – Luís Sérgio (2 T) – 1985.
2 – Maracanã (2 RU) – 2000.
2 – Marcelo (1 T / 1 RU) – 1986.
2 – Márcio (2 T) – 2000.
2 – Marquinhos (2 T) – 2000.
2 – Miguel (1T / 1 RU) – 1985.
2 – Nivaldo (1 T / 1 RU) – 1961.
2 – Paulinho Gaúcho (2 T) – 1985.
2 – Paulo Eduardo (2 T) – 1986.
2 – Ribeiro (2 T) – 1965.
2 – Robinho (2 T) – 2000.
2 – Rogério (2 RU) – 1994.
2 – Sessenta (2 T) – 1961.
2 – Valdemar (2 RU) – 1972.
2 – Walmir (2 T) – 1965.
2 – William (2 RU) – 1993.
2 – Zé Luiz (1 T / 1 RU) – 1965.
2 – Zezé (1 T / 1 RU) – 1965.
2 – Zezinho Macapá (2 RU) – 1977.
1 – Ademir (1 T) – 1973.
1 – Carioca (1 RU) – 1979.
1 – Casemiro (1 T) – 1961.
1 – Djalma (1 T) – 1980.
1 – Édson (1 T) – 1961.
1 – Evandro (1 RU) – 1977.
1 – Fábio (1 RU) – 2000.
1 – Fernando Camutanga (1 T) – 1973.
1 – Ferreira (1 RU) – 1961.
1 – Gérson (1 RU) – 1980.
1 – Ita (1 T) – 1965.
1 – Lúcio Santarém (1 RU) – 1977.
1 – Joaquim (1 RU) – 1986.
1 – Jurinha (1 RU) – 2000.
1 – Luiz Carlos (1 T) – 1993.
1 – Mancha (1 RU) – 1977
1 – Manuel (1 RU) – 1985.
1 – Nei (1 RU) – 1976.
1 – Oberdan (1 T) – 1986.
1 – Pedro Pradera (1 T) – 1972.
1 – Quibinha (1 T) – 1961.
1 – Rômulo (1 T) – 1978.
1 – Rosinaldo (1 T) – 1986.
1 – Silva (1 RU) – 1980.
1 – Souza (1 T) – 1985.

Artilheiros:

Legenda: Gols – Jogador.

33 – Alcino.
27 – Bira.
24 – Mesquita 
18 – Roberto. 
15 – Dadinho.
10 – Ageu.
10 – Jaci.
8 – Caíto.
7 – Helinho.
7 – Rodrigues.
6 – Zezinho Capixaba.
5 – Giovanni.
5 – Mauricinho.
5 – Mego.
4 – Chicão.
4 – Estanislau.
4 – Guilherme.
4 – Leônidas.
4 – Neves.
4 – Rangel.
4 – Zequinha.
3 – Almeida.
3 – Bebeto.
3 – Humberto.
3 – Luizinho.
3 – Tarcísio.
3 – Walter.
2 – Agnaldo.
2 – Amaral.
2 – Camargo.
2 – Cuca – 1994.
2 – Édson Boaro.
2 – Elias.
2 – Feitosa.
2 – Garcia – 1965.
2 – Jason.
2 – Ivanir.
2 – Luís Florêncio.
2 – Mário César.
2 – Tito.
2 – Toninho Silva.
1 – Alencar.
1 – Almir.
1 – Alex.
1 – Amauri.
1 – Assis.
1 – Batalha.
1 – Biro-Biro.
1 – Câmara 
1 – China.
1 – Copeu.
1 – Cosme (contra).
1 – Darci (contra).
1 – Dema.
1 – Demir.
1 – Dutra.
1 – Fernandinho.
1 – Jair.
1 – Jorge de Castro.
1 – Júnior.
1 – Louro (contra).
1 – Luís Carlos (contra).
1 – Luís Carlos Goiano.
1 – Mauro.
1 – Mendes.
1 – Marcelino.
1 – Mareco.
1 – Marinho.
1 – Mário Bacuri (contra).
1 – Nildo.
1 – Pagani.
1 – Paulinho.
1 – Paulinho – 1985.
1 – Robinho.
1 – Russo. 
1 – Wagner.
1 – Waldocir
1 – Wander.
1 – Zé Ilídio.

Técnicos:

Legenda: Nº de Jogos – Nome do Técnico – Temporadas.

40 – Paulo Amaral – 1973, 1975 e 1979.
32 – Joubert Meira – 1976, 1977 e 1978.
29 – François Thym – 1972, 1973, 1974 e 1979.
17 – Vail Mota – 1978.
16 – João Avelino – 1972.
13 – Aloísio Brasil – 1973.
12 – César Moraes – 1985.
11 – João Francisco – 1993.
10 – Roberto Brida – 1993.
10 – Paulo Mendes – 1986.
10 – Dutra – 1978, 1980.
9 – Carlos Froner – 1985.
7 – Fernando Oliveira – 1994.
7 – Joel Martins – 1994.
6 – Valdemar Carabina – 1994.
6 – Vavá – 1980.
5 – Rúbens Gálaxe – 1994.
2 – Paulo Emílio – 1974.
2 – Paulo Bonamigo – 2000.
1 – Cléber Camerinho – 1973.
1 – Edinaldo Biá – 1985.

Obs.: Nas estatísticas de técnicos, não foram contabilizados os anos de 1961 e 1965 por falta de informações.

Colaboração: Francisco Nepomuceno (Futebol 80) e João Ricardo (Verminosos por Futebol).

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

A "Polêmica" Participação do Clube do Remo no Campeonato Nacional de 1972

 
A galera do Clube do Remo no Campeonato Nacional. Foto: revista O Leão na Taça (1972).

Em 1972, o Clube do Remo se tornou o primeiro time paraense a disputar a principal divisão do Campeonato Brasileiro, na época chamado de Campeonato Nacional ou Taça de Prata. Entretanto, em que pese a grande campanha azulina, muitos rivais tentam desmerecer o feito, alegando que o Remo teria se beneficiado da politicagem na época da ditadura militar para participar da competição no lugar do Paysandu, que se seria o detentor de direito da vaga.

Infelizmente, ao invés de ser combatida ou refletida, essa história acaba sendo propagada por segmentos da imprensa, como se observa nesse trecho retirado do blog do conhecido jornalista Juca Kfouri em 2014

"Durante os anos de chumbo, o time dos militares era o Clube do Remo, por conta da relação com então ministro Jarbas Passarinho.

A influência era tanta que, mesmo sendo o campeão estadual com direito assegurado ao Campeonato Nacional, o Paysandu teve que ceder a vaga ao Remo, em silêncio e sem discussão".

Pois bem, aqui vão os fatos sobre o tema:

1 – O CAMPEONATO NACIONAL

Na virada dos anos 60 para os 70, com a defasagem da Taça Brasil e o crescimento do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, a Confederação Brasileira de Desportos (CBD) instituiu o Campeonato Nacional de Clubes, que passaria a ser disputado a partir de 1971. Em sua primeira configuração, foi organizado em "Divisão Extra" e "Primeira Divisão", equivalentes às Séries A e B, respectivamente.

Enquanto que na Divisão Extra estavam basicamente os mesmos clubes do "Robertão", com cinco clubes cariocas,  cinco paulistas, três mineiros, dois gaúchos, dois pernambucanos, um paranaense, um baiano e um cearense – o único estado incluído que não fazia parte do "Robertão" – , a Primeira Divisão incorporava os times dos torneios Norte-Nordeste e Centro-Sul. O Pará se fez representado pelo Remo, que sagrou-se campeão inter-regional e vice-campeão nacional.

Porém, em 1972 a CBD resolveu ampliar o campeonato, incluindo um segundo clube baiano, além de representantes de Alagoas, Amazonas, Pará, Rio Grande do Norte e Sergipe. 

Jornal dos Sports (RJ), 25 de julho de 1972.

2 – OS CRITÉRIOS DE PARTICIPAÇÃO 

Até o final dos anos 80, o sistema de ascenso e descenso entre as divisões brasileiras ainda não estava bem estabelecido como nos moldes atuais. Tanto é que, GERALMENTE, a vaga no campeonato era decidida via campeonatos estaduais do ano anterior. Mas isso NÃO era uma regra. Na verdade, no que diz respeito à divisão principal do Campeonato Nacional, outros fatores eram importantes, especialmente no aspecto FINANCEIRO, em detrimento ao DESPORTIVO, conforme pode ser interpretado no terceiro artigo do regulamento do Campeonato Nacional de 1971, divulgado pelo Jornal dos Sports (RJ), em 5 de fevereiro de 1971:

"3.º — O campeonato da DIVISÃO EXTRA será disputado pelas Associações escolhidas, anualmente, pela Diretoria da CBD, que levará em conta, dentre outros, os seguintes fatores primordiais: densidade demográfica das capitais onde deverão ser realizados os jogos; capacidade e segurança dos estádios dessas capitais e capacidade técnica e econômico-financeira das Associações indicadas".

Em contraste, na Primeira Divisão, por exemplo, era explícito que a participação de um time só ocorreria mediante aos seus resultados esportivos, conforme indica o sexto artigo do regulamento:

"6.º — As Associações participantes do campeonato da PRIMEIRA DIVISÃO serão indicadas pelas Federações integrantes das respectivas REGIÕES, que se basearão nos resultados dos campeonatos estaduais ou de torneios especiais realizados com a finalidade específica da escolha dos participantes no campeonato nacional".

Jornal dos Sports (RJ), 5 de fevereiro de 1971.

A ideia era clara: a Divisão Extra do Campeonato Nacional precisava gerar grandes receitas. Para isso, precisava contar com grandes clubes, grandes jogadores, grandes estádios, grandes torcidas... O dinheiro sempre mandou no futebol. Tanto é que, para o ano de 1972, uma emenda no regulamento da competição obrigava os clubes a estimularem as suas torcidas a proporcionarem uma renda mínima de Cr$ 80.000,00 por jogo.

Jornal dos Sports (RJ), 24 de agosto de 1972.

Mais uma prova de que o critério financeiro sobrepujava o desportivos é que o campeão da Primeira Divisão de 1971, o Villa Nova-MG, não teve direito de disputar a Divisão Extra de 1972. Mas por que o vice, justamente o Remo, disputou?

3 – A ESCOLHA DO REMO 

Está claro, portanto, que a participação na principal divisão nacional tinha que atender primariamente a obrigações financeiras e não desportivas. Nesse aspecto, com o Pará sendo contemplado com uma vaga na competição, qual era o clube que gozava de maior torcida e gerava mais rendas em seus jogos, sendo historicamente conhecido como "O Mais Querido"? A resposta é muito óbvia e evidenciada pela A Província do Pará de 20 de julho de 1972, quando ainda se especulava o aumento de participantes no Campeonato Nacional – inicialmente 25, mas que se concretizaria em 26 participantes:

"REMO ESTÁ COTADO PARA O NACIONAL

A tabela do Campeonato Nacional será mantida em sigilo, mas sabe-se extra-oficialmente que este ano estarão incluídos mais cinco clubes, além dos outros 20 concorrentes que participaram do Campeonato anterior, perfazendo um total de 25 candidatos ao título. Há ainda algumas suposições quanto aos escolhidos, mas por méritos, por qualidade técnica, e pela capacidade de seus estádios, espera-se a presença de Manaus, que seria representada pelo Nacional; de Belém, pelo Remo, que são os times de maior popularidade nestes Estados e cujas rendas poderão atender às expectativas da CBD. Fortaleza, seguramente, terá mais um candidato no torneio, restando, portanto, duas vagas para completar a série de 25 que talvez venham a ser preenchidas por Ceará e América".


Isso era uma realidade. Em pesquisas/concursos de torcidas promovidos pelo IBOPE em 1969, Placar e Jornal dos Sports, ambos em 1973, o Remo aparecia como o time de maior torcida do estado, com boa margem em relação ao segundo colocado. Mas para além da teoria, o Leão Azul mostrou na prática que era um sucesso de público no Campeonato Nacional, superando com folga a média de arrecadação por jogo estabelecida pela CBD, segundo informa O Liberal de 4 de dezembro de 1972:

"AS RENDAS

Nos 19 jogos que disputou em Belém (já que o Remo jogou 6 vezes fora de casa — 1 em Recife, 1 em Natal, 2 em Salvador, 1 em Aracaju e 1 em Maceió), o Clube do Remo alcançou rendas consideradas muito boas, ultrapassando largamente a média mínima estabelecida pela CBD, de 80 mil cruzeiros.

A mais baixa renda foi verificada no jogo contra o América Mineiro — apenas Cr$ 58.700,00 — enquanto que a mais alta se registrou frente ao Coritiba — Cr$ 139.228,00. Em 10 jogos a renda ultrapassou a casa dos 100 mil cruzeiros; em 2 passou dos 90 mil; em 4 foi superior a 80 mil e nos outros 3 ficou entre os 50 e os 60 mil.

O total de arrecadação bruta nos jogos realizados no estádio Evandro Almeida chegou à soma de Cr$ 1.924.478,00, o que dá a média de Cr$ 101.288 por jogo.

Pode dizer-se, assim, que até mesmo no aspecto financeiro, a campanha do Clube do Remo foi um autêntico sucesso".


A escolha do Remo foi um acerto.

4 – O CHORO DOS RIVAIS

Mesmo diante do exposto, ainda tem torcedores rivais que alegam que o Paysandu era o detentor por direito da vaga, já que era o campeão paraense de 1971. Entretanto, como se observa, isso não era garantia de participação no Campeonato Nacional e não foi exclusividade do Pará. Os representantes de Alagoas e Amazonas foram CRB e Nacional, respectivamente, mesmo não sendo os campeões estaduais de 1971 – o Fast foi o campeão amazonense e o CSA, o alagoano.

Mas tudo bem, o argumento é válido. Só que existe um detalhe muito importante nessa história: nesse momento, o Paysandu NÃO era o campeão paraense de 1971 legalmente.

Em 1971, o Campeonato Paraense foi decidido com uma vitória de virada de 3 a 2 do Paysandu sobre o Remo, na Curuzu, placar definido apenas na prorrogação. Acontece que, se embasando no regulamento, o Remo entendeu que uma nova partida deveria ser disputada. Em 1972, o Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) e o Supremo (STJD) deram ganho de causa ao Remo. O fato é que essa situação só se resolveria anos depois. Portanto, no momento da escolha do participante paraense, não existia legalmente um campeão paraense.

Aliás, é importante enfatizar o período em que a definição do representante paraense ocorreu, por volta de julho de 1972, antes do término do Campeonato Paraense desse ano, que só finalizaria em setembro. Dessa forma, mesmo que na lista de campeões paraenses conste o bicampeonato paraense de 1971 e 1972 para o Paysandu, quando o Remo foi eleito o representante do Pará no Campeonato Nacional, esses títulos ainda não haviam sido definidos, seja legalmente/juridicamente, seja temporalmente.

Pode-se questionar o aspecto moral dessa situação. Afinal, o Paysandu seria considerado campeão paraense posteriormente. Mas vale lembrar que em 1989, um cenário semelhante beneficiou o Paysandu. Como o título paraense de 1988 estava na justiça, para se definir o representante do estado na primeira Copa do Brasil em 1989, já que oficialmente não havia um campeão. O Paysandu venceu uma disputa seletiva contra a Tuna, se classificando para a Copa do Brasil, mesmo que anos mais tarde o título de 1988 fosse destinado ao time cruzmaltino.

5 – BENEFICIADO PELA DITADURA?

A cereja do bolo nesse revisionismo histórico é a narrativa de que o Remo era o "time dos militares" no Pará, valendo-se do fato de que o então Ministro da Educação era o remista Jarbas Passarinho. Foi ele que teria articulado a entrada do Remo no Campeonato Nacional dada a sua relação e da sua família com o clube.

Antes de tudo, é importante ressaltar que a criação do Campeonato Brasileiro é fruto do ideal de integração nacional que o governo militar pregava nos anos 70. Existia até um slogan da época que dizia o seguinte: "onde a ARENA vai mal, mais um time no Nacional" – ARENA era o partido político que sustentava a ditadura militar. A cada ano que passava, novos times eram incorporados ao campeonato, deixando-o inchado, chegando a incríveis 94 disputantes em 1979. Dessa forma, TODOS os grandes e tradicionais clubes do Brasil foram beneficiados de certa forma pelo governo militar.

Não há como negar que Jarbas Passarinho foi peça importante na articulação para que o Pará obtivesse uma vaga na elite em 1972. Mas a escolha do Remo como o representante da época obedeceu aos critérios da época, que priorizava a questão financeira, e o Leão, como era o time mais popular do estado, foi a escolha natural para isso. Além disso, o estádio Evandro Almeida, que já era o maior estádio do Pará, passou por reformas que o colocou em condições de abrigar públicos superiores a 20 mil torcedores, se tornando a sede dos times paraenses nas competições nacionais antes da inauguração do Mangueirão em 1978. Esse aumento de capacidade do Baenão só foi possível graças ao incentivo financeiro arquitetado por Jarbas Passarinho.

Entretanto, o que muita gente esquece – ou prefere ocultar – é Jarbas destinou a mesma quantia de dinheiro utilizada pelo Remo, para Paysandu e Tuna. Porém, enquanto o Leão Azul ampliou o Baenão, o Paysandu resolveu reformar a fachada da Curuzu e a Tuna, revitalizar o seu ginásio. Isso tudo foi esclarecido por Ronaldo Passarinho, sobrinho de Jarbas, à coluna do jornalista Gérson Nogueira, em 2017:

"Não havia critério para a inclusão dos clubes no Campeonato Nacional. Os clubes eram convidados pela então CBD – o Nacional de Manaus estava na competição desde 1971. Havia exigência de lotação mínima dos estádios e o Remo era o que detinha maior capacidade de público. Mesmo assim, a CBD exigiu a duplicidade das arquibancadas. Como o Remo não tinha capacidade financeira para bancar a obra, o então ministro da Educação, Jarbas Passarinho, mandou fazer o levantamento dos custos. Em seguida, liberou para Tuna e PSC a mesma quantia dada ao Remo, sendo que a Tuna ergueu o ginásio Miranda Sobrinho, premiando Jarbas com o título de benemérito. O PSC reformou toda a fachada do estádio da Curuzu e aplicou em outras obras internas, concedendo a Jarbas o título de sócio honorífico como prova de gratidão. Um dos grandes amigos do ministro era Abílio Couceiro, um dos históricos dirigentes alvicelestes, que solicitou a Jarbas a inclusão do clube no Nacional. Pedido atendido de imediato, o PSC passou a também representar o Pará".

A declaração de Ronaldo Passarinho, além de reiterar tudo o que já foi comprovado até aqui, adiciona mais uma informação importante: o Paysandu também se beneficiou politicamente da influência de Jarbas para disputar o Campeonato Brasileiro, isso em 1973. O jornal O Liberal salientou isso na sua edição de 15 de março de 1973:

"— O Paissandu está gratíssimo ao Ministro Jarbas Passarinho pelo seu desinteressado apoio e interesse em procurar incluir, valendo-se de argumentos insofismáveis, o nosso clube entre os que devem ser convidados pela CBD para participar do campeonato brasileiro de futebol, a maior competição futebolística do mundo. A atitude do nosso querido Ministro da Educação — salientou o dr. Paulo Castro, presidente do Clube Suíço, à reportagem de O LIBERAL — já era esperada por todos os paraenses. Ele é um homem devotado e voltado para os interesses de nossa terra, seja no setor educacional, cultural, industrial e mesmo no desportivo. E isto ele tem demonstrado a todo momento".


Mesmo tendo seu nome vinculado ao Clube do Remo, Jarbas Passarinho recebeu o título de Grande Benemérito do Paysandu por todos os serviços prestados. Inclusive, na reinauguração da Curuzu em 2 de fevereiro de 1974, recebeu homenagens do clube. Até surgiu a ideia de seu nome batizar o estádio bicolor, que acabou sendo chamado de Leônidas Castro.

Ainda assim, pode-se argumentar que a participação do Paysandu no Nacional de 1973 também estava assegurada desportivamente, já que era o campeão de 1972. Mas isso foi uma coincidência. Como se sabe, o fator econômico falava mais alto. Se não fosse por isso, o clube bicolor não deveria participar do campeonato de 1974, pois o campeão e o vice do Campeonato Paraense de 1973 foram Remo e Sport Belém, respectivamente.

Esses são os fatos.

O Clube do Remo na Taça de Prata (1972)

O CLUBE DO REMO NO CAMPEONATO NACIONAL DE 1972.
Em pé: Aranha, Dutra, Mendes, Dico, Tito e Lúcio.
Agachados: Dionísio, Caíto, Roberto, Hertz e Peri.
Foto: Placar.

No final dos anos 60 o Remo já ultrapassava as barreiras do Pará, com as conquistas dos três títulos do Norte (1968, 1969 e 1971) e do Campeonato Norte-Nordeste (1971). Entretanto, foi em 1972 que o Filho da Glória e do Triunfo passou a ter projeção nacional, com a participação na elite do Campeonato Nacional de Clubes, popularmente conhecido como Taça de Prata. 

Clube mais querido da região, o Clube do Remo foi o escolhido para defender o estado na maior competição do país. O povo paraense teria a oportunidade de ver o seu autêntico representante contra os maiores clubes e jogadores do país. E o Remo soube honrar o futebol paraense, com um grande esquadrão, realizando uma boa campanha – a melhor dentre os novos participantes daquele ano – e só não indo mais longe por caprichos do regulamento.

Ao término da histórica participação azulina, no dia 4 de dezembro de 1972, o jornal O Liberal, em matéria assinada por Isac Pais, homenageou o Remo, informando detalhes da histórica campanha, cujo texto foi integralmente transcrito abaixo:

"Não classificado para as semi-finais, o Clube do Remo teve, nesta primeira fase do campeonato nacional de futebol da divisão especial – de que participou pela primeira vez – um comportamento a todos os títulos brilhante, excedendo até as mais otimistas previsões antes do início do certame, fazendo sombra a muita gente “grande” do futebol nacional e, inclusive travando dentro do campeonato, uma luta especial, empolgante e dramática com o poderoso Flamengo.

Participando com mais 25 clubes, a grande maioria constituindo-se a nata do futebol brasileiro, dum certame esgotante, que exigiu a realização de um número elevado de jogos num espaço de tempo relativamente curto, o Clube do Remo cumpriu uma campanha de grande mérito, honrando o futebol paraense e carreando grande soma de prestígio para o esporte de nossa terra. Todos os paraenses devem sentir-se satisfeitos pelo comportamento do Clube do Remo neste seu primeiro campeonato nacional que, para além do mais, teve o grande mérito de levar o nome do Pará esportivo a todos os recantos do País.
Coluna central

O PLANTEL

Para disputar o campeonato nacional, o Clube do Remo reforçou consideravelmente o seu plantel, trazendo de outros centros alguns jogadores que, se não eram tidos como de primeiro plano, tiveram com sua inclusão na equipe seus nomes projetados no cenário nacional.

O plantel que já era conhecido e havia disputado o campeonato regional desta temporada, ficaram Tito, os santarenos Cuca e Cabecinha, Alcino, que viera antes do Madureira, Roberto, que veio de Brasília e já passara pelo Belém e pela Tuna, Dico, que também veio de Brasília e fora titular do Belém, Valdemar, Fernando, Neves, Pradera, Lúcio, Dionísio, Peri, que veio do Corinthians e Suquinha.

A estes, se juntaram Aranha, Mendes e Hertz, todos pertencentes ao São Bento, de Sorocaba; Dutra, Silva e Nelinho, que vieram do Bonsucesso, da Guanabara; Copeu e Wagner, do Palmeiras; Caíto, do Corinthians; e Luís Fernando, do Paulista de Jundiaí.

Com estes 24 jogadores, o Clube do Remo fez a campanha do campeonato nacional, mas nem todos chegaram ao final, pois Pedro Pradera e Suquinha foram dispensados logo no início, apenas tendo atuado uma vez cada.

Vejamos as presenças de cada um nos jogos realizados pela equipe:

Dutra, o único totalista, portanto com 25 jogos; Mendes e Hertz 24; Aranha 23 jogos; Dico e Peri 21 jogos; Tito, Caíto e Robertão 20 jogos; Silva 18; Alcino e Cuca 17 jogos; Copeu 13 jogos; Dionísio 12; Nelinho 10 jogos; Lúcio 8 jogos; Cabecinha e Wagner 6 jogos; Luís Fernando 5 partidas; Fernando 4 jogos; Neves, 3 jogos; Valdemar 2; Suquinha e Pedro Pradera 1 jogo cada. É de notar, no entanto, que nem todos fizeram o número indicado em partidas integrais; alguns tiveram apenas atuações parciais. Mas o que importa é o número de vezes em que entraram em campo para jogar.

A CAMPANHA

Nesta primeira fase do campeonato nacional, o Clube do Remo realizou 25 jogos. Esteve invicto até a 6ª rodada, com 5 empates e 1 vitória sensacional sobre o Flamengo. Note-se que dos 5 empates, 2 foram obtidos fora de casa, ambos em Salvador, frente ao Vitória e ao Bahia.

Nestes 25 jogos, o Clube do Remo averbou 5 vitórias, 15 empates (foi o time que mais empatou neste campeonato) e apenas 5 derrotas.

No domingo das vitórias, além daquela sobre o Flamengo (1 x 0), merecem destaque os 2 x 0 sobre a Portuguesa de Desportos, de São Paulo, e os 4 x 0 sobre o Santa Cruz, campeão pernambucano. No domingo de derrotas, o pior que lhe aconteceu foram os 3 x 0 sofridos em Sergipe, numa jornada negra, por razões que transcendem a capacidade da equipe.

O ataque do Clube do Remo assinalou nestes 25 jogos, 21 gols, que foram assim distribuídos: Roberto 10; Alcino 3; Caíto 2; Tito 2; Copeu, Wagner e Dutra, 1 cada; e ainda Louro, contra 1.

A defesa sofreu 20 gols, o que a coloca em plano de destaque em relação a muitas outras de clubes de maior projeção.

OS JOGOS

Vejamos, agora, os jogos e resultados obtidos pelo Clube do Remo nesta sua campanha:

VITÓRIA 0 X REMO 0 – Jogo em Salvador. Renda de Cr$ 65.267,00. Árbitro: Armindo Tavares. Data: 9.9.72. A equipe: Dirceu, Aranha, Pradera, Dutra e Lúcio; Tito (Suquinha) e Hertz; Dionísio, Caíto, Fernando e Peri.

REMO 0 X VASCO 0 – Jogo em Belém, no dia 13.9.72. Árbitro: José Favilli Neto. Renda de Cr$ 115.615,00. A equipe: Dico, Aranha, Mendes, Dutra e Lúcio; Tito (Silva) e Hertz; Dionísio, Caíto, Alcino e Peri.

REMO 1 X FLAMENGO 0 – Jogo em Belém, com arbitragem de Dulcídio Vanderlei Bouchila. Data: 17.9.72. Renda de Cr$ 123.990,00. Goal assinalado por Roberto aos 4 minutos do 1º tempo. A equipe: Dico, Aranha, Mendes, Dutra e Lúcio; Tito e Hertz; Dionísio, Caíto, Roberto (Alcino) e Peri (Silva).

BAHIA 1 X REMO 1 – Jogo em Salvador no dia 20.9.72, com arbitragem de Renato de Oliveira Braga. Renda de Cr$ 119.134,00. João Daniel, aos 29 minutos do 1º tempo, marcou para o Bahia; Roberto, de cabeça, aos 43 do segundo tempo, assinalou o tento do Remo.

REMO 1 X BOTAFOGO 1 – Jogo em Belém, no dia 24.9.72, com direção de Emídio Marques de Mesquita. Renda de Cr$ 133.614,00. Ferretti fez o goal do Botafogo na primeira parte; para Alcino, no segundo tempo, decretar o empate. A equipe: Dico, Aranha, Mendes, Dutra e Lúcio; Tito e Hertz (Silva); Dionísio (Alcino), Caíto, Roberto e Peri.

REMO 2 X CORINTHIANS 2 – Jogo em Belém, no dia 27.9.72, com arbitragem de José Aldo Pereira e renda de Cr$ 130.364,00. No primeiro tempo o Remo vencia por 2 x 1. Roberto aos 9 minutos, Alcino aos 17 e Mirandinha aos 36 fizeram os gols. Na segunda parte, já no período de descontos, Lance fez o tento do empate. A equipe: Dico, Aranha, Mendes, Dutra e Lúcio; Tito e Hertz; Caíto (Dionísio), Roberto, Alcino e Peri.

REMO 0 X SÃO PAULO 1 – Jogo em Belém no dia 01.10.72. Árbitro: José Assis de Aragão. Renda: Cr$ 107.740,00. Zé Carlos, aos 16 minutos do segundo tempo, fez o tento do São Paulo. A equipe: Dico, Aranha, Mendes, Dutra e Cuca; Tito e Hertz; Silva (Cabecinha), Roberto (Fernando), Alcino e Peri.

REMO 0 X INTERNACIONAL 0 – Jogo em Belém, no dia 4 de outubro de 1972. Árbitro: Oscar Scolfaro. Renda: Cr$ 95.468,00. A equipe: Dico, Aranha, Mendes, Dutra e Cuca; Tito e Hertz (Silva); Caíto, Roberto, Alcino e Cabecinha (Peri).

REMO 0 X AMÉRICA CARIOCA 1 – Jogo em Belém, no dia 8 de outubro de 1972. Árbitro: Sílvio David. Renda: Cr$ 98.588,00. Alex, aos 38 minutos do segundo tempo, na cobrança de uma falta, assinalou o tento do América. A equipe: Dico, Aranha, Mendes, Dutra e Lúcio (Valdemar); Tito e Hertz; Caíto, Roberto, Alcino e Cabecinha (Peri).

REMO 2 X PORTUGUESA 0 – Jogo em Belém, no dia 11.10.72. Árbitro: Sebastião Rufino. Renda: Cr$ 59.710,00. Caíto, aos 43 minutos do primeiro tempo, e Roberto aos 9 do segundo marcaram os gols azulinos. A equipe: Dico, Aranha, Mendes, Dutra e Cuca; Tito e Hertz; Dionísio, Caíto, Alcino (Roberto) e Peri.

ABC 0 X REMO 1 – Jogo em Natal, no dia 15.10.72, com arbitragem de Garibaldo Matos. O gol do Remo foi assinalado por Roberto aos 44 minutos do segundo tempo. A equipe: Dico, Aranha, Mendes, Dutra e Cuca; Silva e Hertz; Dionísio (Alcino), Caíto, Roberto e Peri (Fernando).

REMO 1 X CEARÁ 1 – Jogo em Belém no dia 18.10.72, com direção de Armindo Tavares. No primeiro tempo Remo 1 x 0, gol de Roberto, aos 20 minutos; o Ceará empatou aos 12 do segundo tempo por Samuel, depois da bola tocar em Dutra. A equipe: Dico, Aranha, Mendes, Dutra e Cuca; Silva e Hertz; Copeu, Caíto (Helinho), Roberto e Cabecinha (Wagner). Nesta partida fizeram sua estreia Copeu, Helinho e Wagner.

REMO 4 X SANTA CRUZ 0 – Jogo em Belém, no dia 22.10.72, com direção de Wilmar Serra e renda de Cr$ 58.017,00. 2 x 0 na primeira parte, goals de Roberto e Caíto, aos 28 minutos e 42 minutos. Mais 2 x 0 no segundo tempo, goals de Louro (contra) e Copeu. A equipe: Dico (Luís Fernando), Aranha, Mendes, Dutra e Cuca; Tito e Hertz; Copeu (Dionísio), Roberto, Caíto e Peri.

REMO 0 X CORITIBA 0 – Jogo em Belém, no dia 25.10.72, com direção de Adelson Julião. Renda de Cr$ 50.228,00. A equipe: Dico, Aranha, Mendes, Dutra e Cuca; Tito e Hertz (Nelinho); Copeu (Dionísio), Caíto, Roberto e Peri.

REMO 0 X AMÉRICA 0 – Jogo em Belém, no dia 29 de outubro de 1972. Arbitragem de Gilberto Ferreira. Renda de Cr$ 58.700,00. A equipe: Dico, Aranha, Mendes, Dutra, Cuca; Tito (Silva) e Hertz (Nelinho); Copeu, Roberto, Caíto e Peri.

SERGIPE 3 X REMO 0 – Jogo em Aracaju no dia 01.11.72. Árbitro: Geraldo Matos. Renda de Cr$ 27.647,00. Paulo Sérgio, aos 44 do primeiro tempo, e Adãosinho, aos 3 e 17 do segundo, fizeram os gols do Sergipe. A equipe: Dico, Aranha, Mendes, Lúcio; Tito (Caíto) e Nelinho (Silva); Copeu, Caíto (Dionísio), Roberto e Peri.

REMO 1 X SANTOS 1 – Jogo em Belém, no dia 05.11.72, com arbitragem de José Assis de Aragão e renda de Cr$ 105.684,00. Alcino, aos 13 minutos do primeiro tempo, marcou para o Remo, e Alcino, aos 20 minutos da segunda parte, assinalou para o Santos. A equipe: Dico, Aranha, Mendes, Dutra e Cuca; Tito e Hertz (Silva); Copeu, Wagner (Alcino), Caíto e Peri.

REMO 0 X PALMEIRAS 2 – Jogo em Belém no dia 8.11.72, com direção de José Luís Barreto. Renda de Cr$ 125.188,00. Pio, aos 25 minutos, e Leivinha, aos 42, marcaram os gols do Palmeiras. A equipe: Dico, Aranha, Mendes, Dutra e Cuca; Tito e Hertz; Caíto (Dionísio), Alcino, Roberto (Nelinho) e Peri.

NÁUTICO 2 X REMO 2 – Jogo em Recife, no dia 12.11.72, com arbitragem de Nei Andrade. Renda de Cr$ 30.681,00. No primeiro tempo 1 x 1. Borges para o Náutico, aos 25 minutos, e Roberto para o Remo aos 44. Final 2 x 2. Tito para o Remo aos 4 minutos e Pereira para o Náutico aos 15. A equipe: Luís Fernando, Aranha, Mendes, Dutra e Cuca; Tito e Hertz; Copeu (Alcino), Roberto (Silva), Wagner e Peri.

REMO 1 X NACIONAL 0 – Jogo em Belém, no dia 16.11.72, com direção de Oscar Scolfaro. Renda de Cr$ 83.408,00. Wagner assinalou o tento do Remo aos 12 minutos do primeiro tempo. A equipe: Luís Fernando, Aranha, Mendes, Dutra e Cuca; Silva e Hertz (Nelinho); Copeu, Wagner, Alcino e Cabecinha (Fernando).

BRASIL 1 X REMO 1 – Jogo em Maceió, no dia 19.11.72, com arbitragem de Joaquim Gonçalves. Renda de Cr$ 25.786,00. O Brasil abriu a contagem aos 4 minutos do segundo tempo, por Mano, e Dutra, aos 13 minutos, assinalou o tento do Remo. A equipe: Luís Fernando, Aranha, Mendes, Dutra e Cuca; Silva e Hertz; Copeu, Wagner (Nelinho), Alcino e Peri (Cabecinha).

REMO 0 X GRÊMIO 1 – Jogo em Belém, no dia 22.11.72, com direção de Saul Mendes. Renda de Cr$ 89.016,00. Mazinho, aos 13 minutos do segundo tempo, fez o goal do Grêmio. A equipe: Luís Fernando, Aranha, Mendes, Dutra e Cuca; Tito, Silva e Hertz (Neves); Copeu, Roberto (Alcino) e Wagner.

REMO 1 X ATLÉTICO MINEIRO 1 – Jogo em Belém, no dia 26.11.72. Árbitro: José Clemente de Oliveira. Renda de Cr$ 80.656,00. No primeiro tempo Remo 1 x 0, goal de Roberto, aos 12 minutos. Cabinho, aos 19 do segundo tempo, empatou. A equipe: Dico, Aranha (Nelinho), Mendes, Dutra e Cuca; Silva e Hertz; Copeu, Caíto, Roberto (Alcino) e Neves. Nelinho, que entrou no segundo a substituir Aranha, lesionado, assinalou um golaço logo no início da segunda parte, que o árbitro escandalosamente anulou.

REMO 0 X FLUMINENSE 0 – Jogo em Belém, no dia 29.11.72, com direção de Dulcídio Vanderlei Bouchila. Renda de Cr$ 122.388,00. A equipe: Dico, Nelinho, Mendes, Dutra e Cuca; Silva e Hertz (Tito); Copeu, Caíto, Roberto e Neves (Peri).

REMO 2 X CRUZEIRO 2 – Jogo em Belém no dia 03 de dezembro de 1972. Árbitro: Agomar Martins. Renda de Cr$ 86.412,00. Na primeira parte o Remo vencia por 2 x 1. Tito e Roberto marcaram para o Clube do Remo, tendo Eduardo descontado para o Cruzeiro. Na segunda parte, já no final da partida, o Cruzeiro chegou ao empate, por intermédio de Zé Carlos. A equipe azulina jogou assim nesta sua última partida: Dico, Nelinho, Mendes (depois Valdemar), Dutra e Cuca; Silva e Tito; Copeu, Caíto (Hertz), Roberto e Peri.

Com este empate, o Clube do Remo totalizou 25 pontos ganhos, no quinto lugar do grupo B, a 3 pontos do quarto colocado, o Flamengo, e com 3 pontos de vantagem do 6º, que foi o Náutico.

AS RENDAS

Nos 19 jogos que disputou em Belém (já que o Remo jogou 6 vezes fora de casa – 1 em Recife, 1 em Natal, 2 em Salvador, 1 em Aracaju e 1 em Maceió), o Clube do Remo alcançou rendas consideradas muito boas, ultrapassando largamente a média mínima estabelecida pela CBD, de 80 mil cruzeiros.

A mais baixa renda foi verificada no jogo contra o América Mineiro – apenas Cr$ 58.700,00 – enquanto que a mais alta se registrou frente ao Coritiba – Cr$ 139.228,00. Em 10 jogos a renda ultrapassou a casa dos 100 mil cruzeiros; em 2 passou dos 90 mil; em 4 foi superior a 80 mil e nos outros 3 ficou entre os 50 e os 60 mil.

O total de arrecadação bruta nos jogos realizados no estádio Evandro Almeida chegou à soma de Cr$ 1.924.478,00, o que dá a média de Cr$ 101.288 por jogo.

Pode dizer-se, assim, que até mesmo no aspecto financeiro, a campanha do Clube do Remo foi um autêntico êxito para o esporte paraense.

Essa foi a classificação final da primeira fase e os números do Clube do Remo no campeonato:

"Como ficou cada um

Concluída a fase preliminar da Taça de Prata, durante a qual foram realizados 325 jogos, eis como ficaram classificadas as 25 equipes participantes, divididas pelas quatro chaves:

CHAVE 'A'

1º – Internacional — PG: 34 | GP: 34 | GC: 20 | Saldo: +14
2º – Vasco da Gama — PG: 30 | GP: 23 | GC: 15 | Saldo: +8
3º – São Paulo — PG: 28 | GP: 45 | GC: 31 | Saldo: +14
4º – América Carioca — PG: 26 | GP: 19 | GC: 21 | Saldo: −2
5º – Sport Clube Bahia — PG: 23 | GP: 16 | GC: 23 | Saldo: −7
6º – Sergipe — PG: 9 | GP: 14 | GC: 41 | Saldo: −27

CHAVE 'B'

1º – Palmeiras — PG: 36 | GP: 29 | GC: 15 | Saldo: +14
2º – Coritiba — PG: 33 | GP: 34 | GC: 17 | Saldo: +17
3º – Cruzeiro — PG: 33 | GP: 37 | GC: 20 | Saldo: +17
4º – Flamengo — PG: 28 | GP: 21 | GC: 20 | Saldo: +1
5º – Clube do Remo — PG: 25 | GP: 21 | GC: 20 | Saldo: +1
6º – Náutico — PG: 22 | GP: 30 | GC: 34 | Saldo: −4
7º – A.B.C. — PG: 17 | GP: 20 | GC: 33 | Saldo: −13

CHAVE 'C'

1º – Corinthians — PG: 32 | GP: 29 | GC: 24 | Saldo: +5
2º – Atlético Mineiro — PG: 26 | GP: 31 | GC: 26 | Saldo: +5
3º – Botafogo — PG: 25 | GP: 30 | GC: 30 | Saldo: 0
4º – Santa Cruz — PG: 23 | GP: 31 | GC: 36 | Saldo: −5
5º – Nacional — PG: 18 | GP: 23 | GC: 31 | Saldo: −8
6º – Portuguesa — PG: 17 | GP: 26 | GC: 37 | Saldo: −11

CHAVE 'D'

1º – Santos — PG: 32 | GP: 31 | GC: 19 | Saldo: +12
2º – Grêmio — PG: 28 | GP: 22 | GC: 16 | Saldo: +6
3º – Ceará Sporting — PG: 28 | GP: 27 | GC: 24 | Saldo: +3
4º – Fluminense — PG: 27 | GP: 21 | GC: 19 | Saldo: +2
5º – Vitória — PG: 22 | GP: 13 | GC: 26 | Saldo: −13
6º – América Mineiro — PG: 18 | GP: 18 | GC: 28 | Saldo: −10
7º – C. R. Brasil — PG: 12 | GP: 18 | GC: 45 | Saldo: −27

No Grupo 'B', o desempate entre Coritiba e Cruzeiro, ambos com o mesmo número de pontos, foi feito pelo “goal-average”, de acordo com o artigo 13 do Regulamento, uma vez que as duas equipes apresentaram o mesmo saldo de goals (17). O Coritiba apresenta um coeficiente de 2, enquanto o do Cruzeiro é de 1,85.

Na Chave 'D' também há duas equipes igualadas com o mesmo número de pontos (28) — Grêmio e Ceará — mas aqui, na aplicação do critério estabelecido pelo Regulamento, o favorecido foi o Grêmio, pelo seu melhor saldo de gols: apresenta um saldo positivo de 6, enquanto o do Ceará é de 3 gols".

O jornal ainda lembrou que se classificação para a fase seguinte fosse definida pela campanha geral, o Leão Azul avançaria de fase:

"Se a classificação do Campeonato Nacional, ao invés de ser feita pelas quatro chaves em que os 25 concorrentes foram divididos, tivesse obedecido ao critério de classificação em um só bloco com a mesma atribuição de pontos que foi verificada, o Clube do Remo teria passado à fase semi-final, entrando assim, no grupo dos 16 classificados. Ficaria na 15ª posição, ao lado do Botafogo. E isso se explica porque um dos classificados, o Santa Cruz, passou às semi-finais com menos pontos ganhos que o Clube do Remo.

Eis como ficaram os 26 numa classificação global:

1º – Palmeiras ........................................................................ 36 pontos
2º – Internacional ................................................................... 34 pontos
3º – Coritiba e Cruzeiro ............................................................. 33 pontos
5º – Santos e Corinthians ......................................................... 32 pontos
7º – Vasco da Gama ................................................................. 30 pontos
8º – São Paulo, Ceará Sporting, Grêmio e Flamengo ................. 28 pontos
12º – Fluminense ..................................................................... 27 pontos
13º – Atlético Mineiro e América Carioca .................................. 26 pontos
15º – Clube do Remo e Botafogo .............................................. 25 pontos
17º – Santa Cruz e Bahia .......................................................... 23 pontos
19º – Náutico e Vitória ............................................................. 22 pontos
21º – Nacional e América Mineiro ............................................ 18 pontos
23º – Portuguesa e ABC .......................................................... 17 pontos
25º – Clube de Regatas Brasil .................................................. 12 pontos
26º – Sergipe ............................................................................. 9 pontos".

sábado, 24 de janeiro de 2026

Estreias do Clube do Remo no Campeonato Paraense

1913 – 4 x 1 União Esportiva.
1914 – 2 x 1 Paysandu.
1915 – 1 x 1 Paysandu.
1916 – 5 x 0 Aliança.
1917 – 3 x 0 União Esportiva.
1918 – 10 x 0 Luso-Brasileiro.
1919 – 12 x 1 Luso-Brasileiro.
1920 – 0 x 2 Paysandu.
1921 – 6 x 0 Luso-Brasileiro.
1922 – 5 x 0 Brasil.
1923 – 5 x 0 Guarany.
1924 – 8 x 0 Guarany.
1925 – 8 x 2 Guarany.
1926 – 5 x 1 Brasil.
1927 – 7 x 3 Brasil.
1928 – 7 x 2 Maguary.
1929 – 3 x 1 União Esportiva.
1930 – 2 x 1 Luso-Brasileiro.
1931 – 4 x 2 Júlio César.
1932 – Não participou da competição.
1933 – 1 x 1 Luso-Brasileiro.
1934 – 1 x 2 Tuna.
1935 – Não houve campeonato.
1936 – 0 x 5 Tuna.
1937 – Não participou da competição.
1938 – 3 x 2 Marco.
1939 – 9 x 0 Júlio César.
1940 – 11 x 1 Júlio César.
1941 – 7 x 2 União Esportiva.
1942 – 0 x 5 Paysandu.
1943 – 0 x 4 Paysandu.
1944 – 2 x 4 Paysandu.
1945 – 0 x 7 Paysandu.
1946 – Não houve campeonato.
1947 – Vitória por WO contra o Transviário.
1948 – 4 x 0 Paulista.
1949 – 3 x 1 Paulista.
1950 – 3 x 2 Paulista.
1951 – 7 x 0 Combatentes.
1952 – 8 x 2 Auto Clube.
1953 – 2 x 1 Tuna.
1954 – 1 x 0 Combatentes.
1955 – 3 x 1 Combatentes.
1956 – 2 x 0 Pinheirense.
1957 – 1 x 0 Tuna.
1958 – 3 x 0 Combatentes.
1959 – 4 x 0 Combatentes.
1960 – 9 x 0 Belenense.
1961 – 3 x 1 Yamada.
1962 – 1 x 0 Júlio César.
1963 – 2 x 1 Júlio César.
1964 – 3 x 0 Avante.
1965 – 1 x 0 Júlio César.
1966 – 3 x 0 Liberato de Castro.
1967 – 4 x 1 Avante.
1968 – 4 x 1 Combatentes.
1969 – 2 x 0 Júlio César.
1970 – 2 x 1 Sacramenta.
1971 – 0 x 0 Paysandu.
1972 – 5 x 1 Júlio César.
1973 – 4 x 0 Sporting do Pará.
1974 – 6 x 0 Júlio César.
1975 – 4 x 0 Liberato de Castro.
1976 – 7 x 0 Júlio César.
1977 – 4 x 0 Júlio César.
1978 – 2 x 0 Tiradentes.
1979 – 2 x 0 Tiradentes.
1980 – 1 x 1 Sport Belém.
1981 – 1 x 0 Pinheirense.
1982 – 2 x 2 Izabelense.
1983 – 0 x 0 Sport Belém.
1984 – 1 x 0 Santa Rosa.
1985 – 4 x 1 Izabelense.
1986 – 3 x 1 Sport Belém.
1987 – 1 x 0 Santa Rosa.
1988 – 2 x 0 Pinheirense.
1989 – 2 x 1 Elo Marítimo.
1990 – 2 x 1 Santa Rosa.
1991 – 3 x 0 Pinheirense.
1992 – 5 x 0 Independente da Marambaia.
1993 – 4 x 0 Marituba.
1994 – 5 x 0 Sport Belém.
1995 – 4 x 0 Pedreira.
1996 – 0 x 1 Tiradentes.
1997 – 10 x 0 Pinheirense.
1998 – 1 x 0 São Francisco.
1999 – 7 x 0 Santa Rosa.
2000 – 1 x 1 Carajás.
2001 – 4 x 2 Bragantino.
2002 – 3 x 3 Ananindeua.
2003 – 1 x 0 Águia de Marabá.
2004 – 1 x 0 Paysandu.
2005 – 0 x 2 Águia de Marabá.
2006 – 3 x 1 Castanhal.
2007 – 5 x 0 Vênus.
2008 – 0 x 1 Pedreira.
2009 – 1 x 5 São Raimundo.
2010 – 6 x 0 Ananindeua.
2011 – 3 x 0 São Raimundo.
2012 – 1 x 0 Águia de Marabá.
2013 – 1 x 0 Santa Cruz de Cuiarana.
2014 – 2 x 1 Cametá.
2015 – 1 x 2 Parauapebas.
2016 – 5 x 3 Águia de Marabá.
2017 – 5 x 0 Cametá.
2018 – 3 x 0 Bragantino.
2019 – 2 x 0 São Raimundo.
2020 – 1 x 0 Tapajós.
2021 – 4 x 1 Gavião Kyikatejê.
2022 – 1 x 0 Amazônia.
2023 – 3 x 1 Independente.
2024 – 5 x 0 Canaã.
2025 – 5 x 0 São Francisco.
2026 – 2 x 1 Bragantino.

ESTATÍSTICAS 

Jogos: 110.
Vitórias: 90.
Empates: 8.
Derrotas: 12.
Gols pró: 367.
Gols contra: 96.
Saldo de gols: +271.

Fonte: Jorginho Neves.

Retrospecto – Remo x Bragantino-PA

Bragantino-PA 2 x 3 Remo em 2021 – Foto: Samara Miranda / Remo.

ESTATÍSTICAS 

36 jogos.
25 vitórias.
9 empates.
2 derrotas.
75 gols pró.
21 gols contra.
+54 gols de saldo.

JOGOS VÁLIDOS

27/02/1993.
BRAGANTINO-PA 0 X 2 REMO.
Amistoso.
Estádio São Benedito/Diogão – Bragança (PA).
Árbitro: Paulo Sérgio Melo. 
Remo: Luís Carlos (Flávio); Marcelo (Mongol), Belterra (Nenê), Darley e Wanderley (Nobre); Agnaldo, Dema (Serrano), Tarcísio (Alex) e Alencar (Celso Reis); Édson (Adailton) e Leco (William). Técnico: Varlei de Carvalho.
Gols: Tarcísio (19’/1T e 1T).

06/05/1993. 
REMO 2 X 0 BRAGANTINO-PA.
Campeonato Paraense 1993.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 3.934 (pagantes).
Árbitro: Antônio Nélson Alves.
Remo: Luís Carlos; Júnior, Belterra, Mário César e Nobre; Agnaldo, Dema (Marcelo) e Rogério (Adaílton); Édson, Leco e Alencar. Técnico: Fernando Oliveira.
Gols: Alencar (45’/1T) e Agnaldo (36’/2T).

05/06/1993.
BRAGANTINO-PA 0 X 0 REMO.
Campeonato Paraense 1993.
Estádio São Benedito/Diogão – Bragança (PA).
Árbitro: Manoel Francisco de Oliveira.
Remo: Luís Carlos; Júnior, Belterra (Mário César), Marcelo Fernandes e Batata; Biro-Biro, Alberto e Tarcísio; Romeu (Édson), Cacaio e João Santos. Técnico: Givanildo Oliveira.

13/03/1994.
BRAGANTINO-PA 0 X 1 REMO.
Campeonato Paraense 1994.
Estádio São Benedito/Diogão – Bragança (PA).
Árbitro: Antônio Macedo de Oliveira.
Remo: Clemer; Marcelo, Belterra, Ney e Júnior; Hélio Maranhense, Clébertong e Mauro (Papelin); Mazinho (William), Alex e Tarcísio. Técnico: Tata.
Gol: Alex (5’/1T).

17/04/1994.
REMO 3 X 0 BRAGANTINO-PA.
Campeonato Paraense 1994.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 9.447 (pagantes).
Renda: CR$ 18.894.000,00.
Árbitro: Milson Abronheiro de Barros  
Remo: Clemer; Marcelo, Belterra, Ney e Júnior (Adaílton); César, Tarcísio e Mauro (Papelin); Mazinho, Alex e Almir. Técnico: Tata.
Gols: Tarcísio (25’/1T), Júnior (28’/1T) e Papelin (48’/2T).

05/05/1994.
REMO 1 X 1 BRAGANTINO-PA.
Campeonato Paraense 1994.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 6.925 (pagantes).
Árbitro: Wilmar do Socorro Lima de Souza.
Remo: Clemer; Marcelo, Flávio, Ney e Humberto; Papelin, Mauro (Williams) e Tarcísio (Adaílton); Mazinho, Alex e Almir. Técnico: Tata.
Gol: Williams (8’/2T).

14/06/1994.
BRAGANTINO-PA 0 X 1 REMO.
Campeonato Paraense 1994.
Estádio São Benedito/Diogão – Bragança (PA).
Árbitro: José Gilberto Guilhermino de Abreu.
Remo: Clemer; Marcelo, Belterra, Flávio e Júnior; Clébertong, Mazinho e Alex; Helinho (Ney), Almir e Tarcísio. Técnico: Fernando Oliveira.
Gol: Tarcísio (43’/1T).

05/03/1995.
REMO 0 X 0 BRAGANTINO-PA.
Torneio Início 1995.
Estádio Leônidas Castro/Curuzu.
Árbitro: Luís Júlio de Oliveira Lima.
Remo: Clemer; Zé Augusto, Belterra, Mário César e Ednelson; Agnaldo (Clébertong), Flávio e Bebeto; Rogerinho (Hall), Luís Müller e Castro. Técnico: Pepe.

25/03/1995.
BRAGANTINO-PA 1 X 1 REMO.
Campeonato Paraense 1995.
Estádio São Benedito/Diogão – Bragança (PA).
Árbitro: Pedro Gilmar D. da Cunha.
Remo: Clemer; Marcelo Belterra, Flávio e Ednelson; Agnaldo, Clébertong e Júnior (Rogerinho Gameleira); Castor, Luís Müller e Alencar (Hall). Técnico: Fernando Oliveira.
Gol: 
Fonte: Ferreira da Costa.

04/06/1995.
REMO 1 X 0 BRAGANTINO-PA.
Campeonato Paraense 1995.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 4.779 (pagantes).
Árbitro: Paulo Sérgio dos Santos Melo.
Remo: Clemer; Marcelo, Belterra, Mário César e Ednelson; Agnaldo, Clébertong e Dema (Rogerinho); Castor, Luís Müller e Hall (Nevada). Técnico: 
Gol: Agnaldo (29’/1T).

03/03/1996.
REMO 0 X 0 BRAGANTINO-PA.
Torneio Início 1996.
Estádio Edgar Proença/Mangueirão.
Árbitro: Domingos de Jesus Viana.
Remo: Claudecir; Marcelo, Belterra, Válber e Mundão; Agnaldo, Ney (Clébertong) e Dema; Rogério (Zedivan), Ageu e Edil. Técnico: Luizinho Lemos.

24/03/1996.
BRAGANTINO-PA 2 X 3 REMO.
Campeonato Paraense 1996.
Estádio São Benedito/Diogão – Bragança (PA).
Árbitro: Milson Abronheiro de Barros.
Remo: Claudecir; Marcelo (Flávio), Belterra, Válber e Mundão; Agnaldo, Clébertong e Dema; Andrey (Rogério), Edil e Ageu (Ney). Técnico: Valdemar Carabina.
Gols: Marcelo (10’/1T), Ageu Sabiá (5’/2T) e Rogério (47’/2T).

19/05/1996.
REMO 6 X 1 BRAGANTINO-PA.
Campeonato Paraense 1996.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 3.107 (pagantes).
Renda: R$ 13.951,00.
Árbitro: Domingos de Jesus Viana.
Remo: Claudecir (Róbson); Marcelo, Ney, Válber e Júnior; Agnaldo, Rogerinho, Dema e Rogério (Zé Raimundo); Castor e Ageu (Andrey). Técnico: Valdemar Carabina.
Gols: Agnaldo (26’/1T), Rogério (34’/1T), Marcelo (37’/1T e 16’/2T), Zé Raimundo (18’/2T) e Castor (24’/2T).

24/06/1996.
REMO 2 X 0 BRAGANTINO-PA.
Campeonato Paraense 1996.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 3.971 (pagantes).
Renda: R$ 16.578,00.
Árbitro: Luís Júlio Lima.
Remo: Claudecir; Marcelo, Belterra, Ney e Júnior (Júlio César); Agnaldo, Rogerinho, Dema (Zedivan) e Rogério; Edil e Ageu. Técnico: Valdemar Carabina.
Gols: Dema (5’/1T) e Agnaldo (37’/1T).

04/08/1996.
BRAGANTINO-PA 0 X 1 REMO.
Amistoso.
Estádio São Benedito/Diogão – Bragança (PA).
Árbitro: Jaime Batista Monteiro.
Remo: Claudecir (Luciano); Cláudio, Belterra, Ney e Mundão; Batista (Válber), Edmilson e Marcírio; Castor, Edil e Hall (Zé Raimundo). Técnico: Edinaldo Biá.
Gol: Edil (39’/2T).

16/03/1997.
BRAGANTINO-PA 1 X 2 REMO.
Campeonato Paraense 1997.
Estádio São Benedito/Diogão – Bragança (PA).
Árbitro: José Ribamar Ferreira Araújo.
Remo: Robson; Cláudio, Belterra, Ney e Júnior; Agnaldo, Rogerinho (Ednilson) e Flávio Goiano; Luiz Carlos Apeú, Edil e Ageu (Zé Raimundo). Técnico: Fernando Oliveira.
Gols: Júlio César (contra – 26’/1T) e Agnaldo (30’/1T).

24/04/1997.
REMO 4 X 1 BRAGANTINO-PA.
Campeonato Paraense 1997.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 2.819 (pagantes).
Renda: R$ 8.457,00.
Árbitro: Pedro Gilmar Dantas da Cunha.
Remo: Róbson; Ricardo (Cláudio), Belterra, Ney e Júnior; Agnaldo, Damião (Juninho) e, Rogerinho e Flávio Goiano; Luís Carlos Apeú (Ednilson) e Edil. Técnico: Fernando Oliveira.
Gols: 

21/05/1997.
REMO 0 X 0 BRAGANTINO-PA.
Campeonato Paraense 1997.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 2.953 (pagantes).
Renda: R$ 14.098,00.
Árbitro: Lenilson Pedro Paulo de Alcântara.
Remo: Róbson; Ricardo (Goiano), Belterra, Ney e Júnior; Agnaldo, Damião (Ageu), Rogerinho e Fabinho (João Paulo); Edil e Gilson Batata. Técnico: Cassiá.
Gols: 

18/06/1997.
REMO 2 X 0 BRAGANTINO-PA.
Campeonato Paraense 1997.
Estádio Edgar Proença/Mangueirão.
Público: 1.078 (pagantes).
Renda: R$ 5.685,00.
Árbitro: Mauro Gilberto Reis Cardoso.
Remo: Róbson; Cláudio, Belterra, Ney e Júnior; Agnaldo, Rogerinho, Flávio Goiano (Ricardo) e Damião; Marcelo Papi (Luís Carlos Apeú) e Nenê Santarém (Ednilson). Técnico: 
 Gols: 
Cartões Amarelos: Márcio Araújo e Júlio César.

19/04/1998.
REMO 4 X 1 BRAGANTINO-PA.
Campeonato Paraense 1998.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 2.046 (pagantes).
Renda: R$ 7.608,00.
Árbitro: Mauro Gilberto dos Reis Cardoso.
Remo: Claudecir, M. Araújo, Ney, P. Paiva, Anderson (Ednilson), Rony, Alberto, Rogerinho, Balão (Luís Carlos Apeú), Edil e Toni (Flávio Goiano). Técnico: Orlando Lelé.
Gols: Edil (37’/1T e 29’/2T), Flávio Goiano (13’/1T), Alberto (17’/2T).

20/05/1998.
REMO 2 X 0 BRAGANTINO-PA.
Campeonato Paraense 1998.
Estádio Edgar Proença/Mangueirão.
Público: 1.566 (pagantes).
Renda: R$ 8.570,00.
Árbitro: Pedro Gilmar Dantas da Cunha.
Remo: Claudecir, Ednilson, Ney, Juninho, Vilmar, Pires (Rony), Flávio Goiano, Alberto, Tarcísio e Edil (Everaldo). Técnico: Fernando Oliveira.
Gols: Balão (11’/1T) e Flávio Goiano (41’/2T).

19/05/1999.
BRAGANTINO-PA 0 X 5 REMO.
Campeonato Paraense 1999.
Estádio Edgar Proença/Mangueirão.
Público: 866 (pagantes).
Renda: R$ 1.770,00.
Árbitro: Almir Conceição de Lemos.
Remo: Luciano, Ednilson, Augusto, Ney (Fábio), Anderson (Ricardo), Leandro, Almir Conceição, Borges (Balão), Luís Carlos Apeú, Mael e Leonardo. Técnico: Carbone.
Gols: Leonardo (15’/2T e 43’/2T), Ednilson (18’/2T) e Mael (37’/2T e 38’/2T).

18/03/2001.
REMO 4 X 2 BRAGANTINO-PA.
Campeonato Paraense 2001.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 2.360 (pagantes).
Renda: R$ 11.800,00.
Árbitro: Cléber Ribas de Almeida.
Remo: Ivair; Ednilson, Cametá, Edicleber e Souza; Chalés Guerreiro (Joacy), Chicão, Vélber e Jurinha (Rosivaldo); Valderi e Zezinho (Marcelo Rocha). Técnico: Valter Ferreira.
Gols: Valderi (10’/1T), Souza (12’/1T), Zezinho (42’/1T) e Rosivaldo (45’/2T).

24/05/2001.
BRAGANTINO-PA 0 X 3 REMO.
Campeonato Paraense 2001.
Estádio São Benedito/Diogão – Bragança (PA).
Público: 2.098 (pagantes).
Renda: R$ 5.804,00.
Árbitro: Cléber Ribas de Almeida.
Remo: Fabrício; Márcio, Cametá, Edicléber e Souza; Solimar, Chicão, Rico e Joacy (Valderi); Rosivaldo (Maracanã) e Zezinho (Arley). Técnico: Válter Ferreira.
Gols: Chicão (23’/1T), Zezinho (29’/1T) e Souza (43’/2T).

15/02/2004.
BRAGANTINO-PA 1 X 2 REMO.
Campeonato Paraense 2004.
Estádio São Benedito/Diogão – Bragança (PA).
Árbitro: Pedro Gilmar Dantas da Cunha.
Remo: Gilberto; Valdemir, Augusto, Sérgio e Djalma Santos; Wilson (Marquinhos), Adeílson, Rodrigo (Rogerinho) e Rômulo; Júnior Amorim (Jailson) e Júnior Ferrim. Técnico: Agnaldo de Jesus.
Gols: Rômulo (6’/1T e 34’/2T).

07/03/2004.
REMO 5 X 0 BRAGANTINO-PA.
Campeonato Paraense 2004.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 2.624 (pagantes).
Renda: R$ 19.652,00.
Árbitro: Kléber Ribas de Almeida.
Remo: Gilberto; Marquinhos, Irituia, Adeílson e Rubens (Júnior Amorim); Márcio, Fernando César, Gilmar (Rodrigo) e Gian (Rogerinho); Júnior Ferrim e Rômulo. Técnico: Agnaldo de Jesus.
Gols: Júnior Ferrim (43’/1T, 32’/2T e 40’/2T); Rômulo (47’/1T) e Júnior Amorim (27’/2T).

07/02/2007.
REMO 4 X 1 BRAGANTINO-PA.
Campeonato Paraense 2007.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 5.212 (pagantes).
Renda: R$ 54.490,00.
Árbitro: Edeval Augusto Figueiredo.
Remo: Adriano, Magrão, Xavier, Anelka, Lucas Henrique, Andrezinho (Estéfani), Jóbson, Julinho (George Silva), Luís Gustavo (Beá) e Landu. Técnico: Giba Maniaes.
Gols: Landu (10’/1T, 3’/2T e 48’/2T) e Andrezinho (27’/2T).

08/04/2007.
REMO 3 X 1 BRAGANTINO-PA.
Campeonato Paraense 2007.
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Público: 4.037 (pagantes).
Renda: R$ 40.345,00.
Árbitro: Hislene de Lima Gomes.
Remo: Adriano, Lucas (Maurício Oliveira), André Astorga, Xavier, George Silva, Beto, Jóbson, Alexandre (Magrão), Beá, Jeancarlos, Luís Gustavo e Landu. Técnico: Samuel Cândido.
Gols: Alexandre (7’/1T e 30’/1T) e André Astorga (29’/2T).

14/01/2018.
REMO 3 X 0 BRAGANTINO-PA.
Campeonato Paraense 2018.
Estádio Olímpico do Pará Jornalista Edgar Proença/Mangueirão.
Público: 30.860 (pagantes) / 32.670 (presentes).
Renda: R$ 780.125,00.
Árbitro: Joelson Nazareno Ferreira Cardoso (PA).
Remo: Vinícius; Levy, Martony, Bruno Maia e Esquerdinha; Geandro, Leandro Brasília e Andrey; Elielton, Felipe Marques (Elielton) e Marcelo (Isac). Técnico: Ney da Mata.
Gols: Adenílson (17’/2T), Levy (23’/2T) e Isac (31’/2T).

18/02/2018.
BRAGANTINO-PA 3 X 2 REMO.
Campeonato Paraense 2018.
Estádio São Benedito/Diogão – Bragança (PA).
Árbitro: Dewson Fernando Freitas (PA).
Remo: Douglas Dias; Yuri (Gustavo), Martony, Bruno Maia e Jefferson Recife; Geandro, Leandro Brasília, Rodriguinho (Andrey) e Adenílson; Elielton e Jayme (Felipe Marques). Técnico: Ney da Mata.
Gols: Adenílson (28’/1T) e Elielton (38’/2T).

03/04/2019.
BRAGANTINO-PA 0 X 1 REMO.
Campeonato Paraense 2019.
Estádio São Benedito/Diogão – Bragança (PA).
Árbitro: Gustavo Ramos Melo (PA).
Remo: Vinícius; Geovane, Kevem, Marcão e Rafael Jensen; Yuri, Djalma, Dedeco (Diogo Sodré) e Douglas Packer; Edno (Mário Sérgio) e Gustavo Ramos (Emerson Carioca). Técnico: Márcio Fernandes.
Gol: Emerson Carioca (48’/2T).

07/04/2019.
REMO 0 X 0 BRAGANTINO-PA.
Campeonato Paraense 2019.
Estádio Olímpico do Pará Jornalista Edgar Proença/Mangueirão.
Público: 15.259 (pagantes) / 16.809 (presentes).
Renda: R$ 334.235,00.
Árbitro: Wasley do Couto Leão (PA)
Remo: Vinícius; Geovane, Kevem, Marcão e Rafael Jensen; Yuri, Djalma (Ramires), Dedeco (Diogo Sodré) e Douglas Packer; Gustavo Ramos e Edno (Mário Sérgio). Técnico: Márcio Fernandes.

05/03/2021.
BRAGANTINO-PA 2 X 3 REMO.
Campeonato Paraense 2021.
Estádio São Benedito/Diogão – Bragança (PA).
Árbitro: Marco José Soares de Almeida (PA).
Remo: Vinícius; Wellington Silva (Thiago Ennes), Fredson, Rafael Jensen e Marlon (Felippe Borges); Anderson Uchôa (Jefferson Lima), Lucas Siqueira e Renan Oliveira (Lailson); Dioguinho (Tiago Miranda), Renan Gorne e Wallace. Técnico: Paulo Bonamigo.
Gols: Renan Gorne (20’/1T), Dioguinho (14’/2T) e Fredson (20’/2T).

16/02/2022.
BRAGANTINO-PA 1 X 1 REMO.
Campeonato Paraense 2022.
Estádio São Benedito/Diogão – Bragança (PA).
Árbitro: Joelson Silva dos Santos (PA).
Remo: Vinícius; Roni, Daniel Felipe, Marlon e Paulo Henrique (Leonan); Paulinho Curuá (Ronald), Anderson Uchôa, Felipe Gedoz e Erick Flores (Marco Antônio); Bruno Alves (Veraldo) e Brenner (Welthon). Técnico: Paulo Bonamigo.
Gols: Bruno Alves (15’/2T).

21/01/2023. 
REMO 1 X 1 BRAGANTINO-PA. 
Amistoso. 
Estádio Evandro Almeida/Baenão.
Árbitro: Markley Jardim. 
Remo (i): Vinícius; Lucas Mendes, Diego Guerra, Ícaro e Raí; Richard Franco, Pingo e Pablo Roberto; Pedro Vitor, Diego Tavares e Muriqui. Técnico: Marcelo Cabo. 
Gols: Richard Franco (7'/2T).

03/03/2024.
BRAGANTINO-PA 1 X 0 REMO.
Campeonato Paraense 2024.
Estádio São Benedito/Diogão – Bragança (PA).
Árbitro: Alexandre Expedito Vieira da Silva Junior (PA).
Remo: Marcelo Rangel; Vidal, Bruno Bispo, Ícaro (Renato Alves) e Raimar; Paulinho Curuá, Pavani (Camilo) e Jaderson (Ronald); Kelvin (Matheus Anjos), Marco Antônio e Ribamar (Kanu). Técnico: Mariozinho (interino).